Filhos de Jair Bolsonaro (PL) foram às redes sociais, neste sábado (3), para comemorar a ação dos Estados Unidos na Venezuela, criticar o presidente Lula (PT) e sair em defesa direta ou indireta do ex-presidente, condenado e preso no Brasil por ter liderado uma tentativa de golpe após a derrota eleitoral de 2022.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (-PLRJ), que deve ser candidato ao Senado por SC em outubro, usou a queda do ditador Nicolás Maduro para falar em "perseguição ideológica".
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"Esse modelo não se limita à Venezuela: ele se espalha por rotas que cruzam a Colômbia, a América Central, o Caribe e alcançam o Brasil, sempre protegido por discursos políticos que tentam deslegitimar qualquer questionamento rotulando-o como "perseguição ideológica"."
Carlos completou: "Nesse contexto, o atentado e a perseguição contra Jair Bolsonaro em 2018 - e os fatos que se seguiram - não podem ser tratados como episódios isolados ou meramente individuais".
Já o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), além de atacar Lula, falou em "eleições fraudadas", em mais um ataque indireto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), alvo dos bolsonaristas após a derrota de 2022.
"Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas"
Eduardo Bolsonaro (PL-SP), deputado federal cassado e que hoje vive nos EUA, afirmou que o "regime venezuelano é o pilar financeiro, logístico e simbólico do Foro de São Paulo".
"Com a captura de Maduro vivo, agora Lula, Petro e os demais do Foro de São Paulo terão dias terríveis, anotem. Viva a liberdade!"




