Tanto os moradores mais velhos como os mais novos não acreditam que a violência aumentou em Chapada dos Guimarães. Com 84 anos, Maria Simplícia nasceu e foi criada na cidade. Sua casa fica no Centro, ao lado da praça onde está localizada a Igreja de Santana, um dos principais pontos turísticos. Aqui é tranquilo. A gente pode se sentar e conversar na porta de casa ou na praça que não tem problema, afirma a idosa. Embora também concorde com dona Simplícia, o músico Firmo Vieira, 40 anos, entende que Chapada cresceu, mas o crescimento não foi acompanhado pela área de segurança. Precisamos de mais policiais, reivindica. Opinião semelhante quanto à criminalidade local tem a integrante do Conselho de Segurança da Polícia Comunitária, Mônica Borges Carneiro. O Conselho tem o papel de intermediação entre a comunidade e a polícia e não temos presenciado essa sensação de insegurança na população. (JD)