Uma mulher de 42 anos foi detida quando tentava entrar na Penitenciária Central do Estado neste fim de semana com 25 chips da operadora Claro. Ela disse que iria revender entre os presos por R$ 10 cada. Os chips foram apreendidos colados com fita adesiva encapados com plástico numa vasilha com alimentos que ela levava para o filho preso. Aos policiais, ela relatou que a venda é fácil, pois, uma vez com os chips, há detentos dispostos a adquiri-los. Segundo ela, o que não falta é celular entre os presos. Acrescentou que é a primeira vez que iria fazer a revenda, mas lembrou que o comércio de chips é mais comum do que se imagina dentro dos presídios. Nas visitas, ela depara com muitas pessoas comercializando o dispositivo. Levada até o Plantão Metropolitano da Capital, a mulher foi autuada pelo crime de entrar com celular e outros objetos proibidos em presídios. Por se tratar de um crime de menor poder ofensivo, ela assinou um termo circunstanciado e foi liberada. Caso houvesse entorpecente na bolsa, por exemplo, ela seria autuada em flagrante e não nem caberia fiança.