O assaltante que ficou do lado de fora da loja de conveniência durante o arrombamento do caixa-eletrônico chegou a se passar por frentista. Por volta das 3h30, a poucos minutos da conclusão do assalto, chegou um motociclista para abastecer e o assaltante o atendeu, mas acabou cometendo um pequeno deslize. Ele colocou álcool no lugar de gasolina. Na hora em que ele (o assaltante) falou que tinha errado, desci da moto e fui reclamar. Nisso, ele sacou um revólver e me levou para a loja explicando que ele era um assaltante e eu tinha chegado no meio de um assalto, relatou o motociclista, que esteve na Delegacia do Complexo do Verdão, onde registrou queixa. Tanto o frentista como o vigia não souberam informar se o bandido tinha abastecido outros veículos, uma vez que ficaram amarrados numa sala. Como o posto funciona em regime de 24 horas, com certeza, mais gente passou por lá e pode ter abastecido sem saber que estava diante de um ladrão, observou. Conforme as vítimas, os ladrões ficavam o tempo todo no celular trocando informações a respeito do movimento no posto e se passava alguma viatura. Os ladrões diziam às vítimas que não estavam com pressa porque sabiam que iriam conseguir ter acesso ao dinheiro.