O diretor executivo de futebol do São Paulo, Gustavo Vieira de Oliveira, classificou a decisão pela saída de Doriva do clube como um resultado do desempenho do treinador nos sete jogos em que esteve no cargo e o planejamento idealizado para 2016. De acordo com o dirigente, escolhido como porta-voz da diretoria após ser recontratado pela gestão de Carlos Augusto de Barros e Silva, a demissão foi comunicada rapidamente devido ao respeito da instituição com o profissional. As razões que levaram a nossa decisão para a dispensa do Doriva se dão conta da busca dos dois principais objetivos nossos para 2016: uma vaga na Libertadores e a própria temporada ano que vem. Chegada a conclusão de que nós não contaríamos com ele no ano que vem, nada mais leal do que falar isso primeiramente a ele, principalmente por respeito a um profissional íntegro e com história no clube, comentou Gustavo, que saiu no meio de uma reunião com o restante do seu departamento para esclarecer as dúvidas sobre a demissão.