ESPORTES
Quinta-feira, 12 de Dezembro de 2013, 20h:04
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MUNDIAL DE CLUBES
Cuca pede entrega de 'corpo e alma'
Treinador comentou que Atlético-MG tem força máxima para os dois jogos mais importantes de sua história e não teme os adversários
A quinta-feira, no Marrocos, para o Atlético-MG, foi marcada por entrevistas coletivas do técnico Cuca e do capitão Réver para a mídia mundial, que acompanha de perto a competição da Fifa. Em seu discurso, o treinador do Galo destacou que espera uma grande entrega dos seus jogadores. Nossa Copa do Mundo é quarta e sábado. Remamos tanto para chegar neste momento. O mínimo é nos entregar de corpo e alma. Deixar tudo em campo, afirmou o treinador do time brasileiro. O time mineiro treinará por esses dias até a estreia no dia 18 de dezembro. Antes, fica de olho no jogo entre Monterrey e Raja Casablanca, pelo segundo playoff do Mundial. Sobre a atuação do Atlético-MG na maior competição de clubes do mundo, Cuca destacou que não tem grandes baixas no elenco e que Ronaldinho Gaúcho só precisa de ritmo de jogo. Nós conseguimos chegar na condição que a gente planejou, com grupo inteiro na mão, exceção do Richarlyson. Recuperamos Réver, Léo Silva, Guilherme e o Ronaldinho, que pelo menos está inteiro clinicamente. Sem preferência - O técnico Cuca, em conferência de imprensa oficial do Mundial de Clubes, brincou e tentou ficar com uma boa imagem junto aos marroquinos. Isso porque, ao ser perguntado se já havia escolhido uma preferência de adversário para a semifinal, o treinador disse que não poderia revelar que o Raja Casablanca era o rival ideal. Não tem, se falar que tenho preferência em pegar o time daqui, os caras me matam (risos). O Raja Casablanca, claramente mais fraco que o Monterrey, mede forças com o time mexicano para saber quem enfrenta o Atlético-MG na semifinal do dia 18 de dezembro, quarta-feira que vem. São duas equipes bem qualificadas e quem passar iremos estar bem preparados. Treino - O Atlético-MG realizou ontem o segundo treinamento no Marrocos para a disputa do Mundial de Clubes. A grande surpresa na atividade foi a utilização da Brazuca: um exemplar da bola oficial da Copa de 2014 foi disponibilizado pela Fifa ao time brasileiro, pois o objeto será utilizado na competição neste mês de dezembro na África. O atacante Diego Tardelli, no entanto, não gostou do primeiro contato que teve. É diferente. Estamos acostumados com a bola do Campeonato Brasileiro, e essa é um pouco pesada e rápida, mas é o que tem aí, disse Tardelli, ao final da atividade em um campo anexo do Grand Stade de Marrakech, palco da semifinal e da decisão do Mundial no Marrocos. Eu particularmente não gostei não. Estávamos acostumados com a outra bola, que é mais leve e dava para colocar um efeito. Nessa tem que pegar bastante firme, reclamou o atacante. O time atleticano pôde treinar com apenas um exemplar da Brazuca todas as outras bolas disponíveis na atividade eram a Cafusa, utilizada na Copa das Confederações. Se Tardelli não gostou, o também atacante Jô preferiu evitar reclamações sobre a bola da Copa de 2014. Figura recorrente nas escalações de Luiz Felipe Scolari para a Seleção Brasileira, o centroavante optou por não criticar a Brazuca para não ser punido por ela no futuro.