NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Terça-feira, 16 de Junho de 2026

ESPORTES
Sábado, 20 de Julho de 2013, 13h:30

Bahia e Vitória fazem um jogo de suspense e muita supertição

JONAS JOZINO
Da Editoria/Com agências nacionais
Clássico é clássico. Mas na Bahia clássico é recheado de mandinga, supertição, passagens pelos terreiros de umbanda, candomblé e a presença de astros da música brasileira, oriundos do Estado que vão a caráter ao estádio torcer por seus clubes. Além disso o tabu do Vitórias, que venceu os últimos duelos de goleada e a necessidade do Bahia em reverter o vexame. No Vitória, Caio Júnior comandou ontem o tradicional rachão no Barradão. Wilson, Michel e Dinei, que passaram a semana em tratamento médico estão recuperado, treinaram e confirmaram presença no clássico. Outra novidade foi a presença de André Lima, contratado recentemente, na equipe reserva. Durante a atividade em campo reduzido, Caio Júnior pedia a todo momento atenção ao posicionamento da zaga e velocidade na saída de bola. O Vitória, vice-líder do Brasileirão, volta a treinar. O clássico será disputado às 15 horas, na Arena Fonte Nova. Se no Vitória o clima é de ostentação pela campanha e pelos últimos resultados, no Bahia a expectativa é de quebra de tabu e de mistério. O técnico Cristovão Borges entrou na atmosfera baiana e não divulga o time que vai começar jogando, principalmente no lugar de Fahel, que era de cumprir suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo. Feijão foi escalado na vaga do capitão, ao lado de Hélder e Rafael Miranda compondo o trio de volantes. Anderson Talisca completou o meio campo tricolor. Cristóvão aproveitou para corrigir falhas de posicionamento dos atletas, assistido pelo diretor de futebol, Anderson Barros, que desceu para o CT e acompanhou de perto o treinamento.

Edição EDIÇÃO 16963




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL