O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou hoje ontem mais duas medidas para tentar conter a valorização do real em relação ao dólar. Mais uma vez, o instrumento escolhido foi o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Só que agora o governo federal decidiu atuar não apenas no mercado à vista, mas também no mercado futuro. Ontem, o dólar fechou cotado a R$ 1,66. A primeira medida é no mercado à vista: IOF nos investimentos de estrangeiros em renda fixa subiu de 4% para 6%. A tarifa cobrada nessas operações já havia sido elevada de 2% para 4%. O investimento em ações segue taxado em 2%.