NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Domingo, 07 de Junho de 2026

ECONOMIA
Sábado, 17 de Agosto de 2024, 06h:38

NEGATIVADOS

Mato-grossenses devem mais de R$ 5,5 milhões, aponta CDL

Maiores registros de falta de pagamento foram: bancos (49,13%), comércio (26,61%), água e luz (10,73%), comunicação (4,50%) e outros (9,03%)

Da Reportagem
Reprodução
Comparado a julho de 2023, apenas os setores de comércio e água e luz apresentaram queda no número de inadimplentes

O último levantamento do Núcleo de Inteligência de Mercado da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) indica que, em julho, o número de consumidores com dívidas atrasadas em Mato Grosso aumentou em 0,47%, totalizando 5.349 pessoas inscritas nos órgãos de proteção ao crédito.

A soma de todas as dívidas pendentes no estado é de 2,4 milhões, e o valor total para pagar as dívidas é de R$ 5,5 bilhões.

Leia também:

Primeira semana de agosto acumula mais um recuo no custo da cesta básica

O estudo também revela que os setores com maior registro de falta de pagamento foram: bancos (49,13%), comércio (26,61%), água e luz (10,73%), comunicação (4,50%) e outros (9,03%).

Comparado a julho de 2023, apenas os setores de comércio e água e luz apresentaram queda no número de inadimplentes, com reduções de 8,15% e 17,27%, respectivamente.

O setor do comércio tem mostrado uma tendência de queda na inadimplência desde o início do ano.

Quanto à faixa etária, a maior parte dos endividados (26,64%) tem entre 30 e 39 anos, seguida pelo grupo de 40 a 49 anos (21,73%).

Em termos de gênero, 53,75% dos inadimplentes são homens e 46,25% são mulheres.

No total, mais de 1,1 milhão de pessoas estão em situação de inadimplência em Mato Grosso, representando 43,83% da população do estado.

O valor médio da dívida é de R$ 4 mil por pessoa, com um tempo médio de atraso de 26 meses.


Edição edição 16957




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL