Desde o mês de março, as fábricas que produzem vacinas contra a febre aftosa no País têm de se adaptar as novas exigências de biossegurança atualizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Instrução Normativa nº 5. A medida incorporou novos requisitos para as instalações de fabricação de vacina contra a doença, tendo como proposta a elevação dos parâmetros de biossegurança para evitar, por exemplo, riscos de contaminação cruzada ou o escape do vírus. Foi uma medida tomada para aumentar a segurança das plantas que manipulam vírus da febre aftosa, evitando desta forma, o risco de escape do vírus para o ambiente e possíveis focos da doença, explicou o chefe da Divisão de Produtos Biológicos do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários do Ministério da Agricultura, Egon Vieira da Silva. Conforme o Mapa, a possibilidade de vir a faltar vacina no mercado, justamente no momento em que o país já está com a segunda etapa de vacinação nas propriedades, é descartada para a etapa nacional de novembro que imunizará todo o rebanho de mamando a caducando.