De acordo com o diretor-executivo do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMA), Álvaro Salles, a entidade está buscando estratégias para driblar a crise do algodão e minimizá-la, para que os efeitos não perdurem por muito tempo ou safras. Segundo ele, já foram realizados alguns workshops em cidades que cultivam o algodão no Estado, com o objetivo de levar informações e dicas aos cotonicultores para que consigam enfrentar esse momento. Também estamos concentrados em achar alternativas para redução de custos no plantio da cultura, garante. Salles adiantou que a meta da entidade é combater a crise. Para isso, estão quatro pesquisadores e 20 funcionários do IMA envolvidos diretamente com pesquisas na área. Nossa preocupação é imensa, por que se a cultura sofrer o Estado também sofrerá, ressaltou. Entre as alternativas que estão sendo estudadas está a redução do custo do plantio, o desenvolvimento de um ciclo mais curto, variedades mais tolerantes às doenças, indicações sobre maneiras e momentos corretos para aplicação de menor quantidade de inseticidas e fungicidas; e racionalização do uso de fertilizantes com o ciclo mais curto. Queremos mudar o conceito do produtor quanto à cultura. Não importa quanto produz, mas, sim, o quanto sobra no bolso do produtor. (NA)