ECONOMIA
Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2015, 19h:54
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CORREIOS
Aumento das tarifas postais são autorizados pela Fazenda
O Ministério da Fazenda autorizou a revisão das tarifas postais nacionais e internacionais dos Correios, sob forma de recomposição. Serão atualizados os preços de serviços como carta, telegrama, FAC (contas e boletos bancários) e malote. As tarifas acumulavam, desde 2012, defasagem em relação à inflação. A medida foi publicada na edição do Diário Oficial da União, da última quinta-feira, por meio da portaria n.º 934. A recomposição autorizada pela Fazenda é de 8,898% e será implementada nos próximos dias, depois da publicação de uma portaria do Ministério das Comunicações que oficializará os novos valores dos serviços. Com a atualização nos preços, o envio de uma carta não comercial, que hoje custa R$ 0,95, passará para R$ 1,05. Já a carta comercial, que custa R$ 1,40, passará para R$ 1,50. A carta social, voltada aos beneficiários do programa Bolsa Família, permanecerá com tarifa de R$ 0,01. Com o realinhamento, a expectativa é de crescimento de R$ 780 milhões por ano nas receitas da empresa. Atualizamos as tarifas dos serviços postais, como cartas e telegramas, que estavam defasadas. A recomposição é de centavos, não onerando a população nem impactando a inflação, mas de grande importância para nosso equilíbrio fiscal, afirma o presidente da estatal, Giovanni Queiroz. A tarifa dos Correios do Brasil é a quinta mais barata do mundo em pesquisa realizada com 37 operadores postais. As tarifas são atualizadas com base nos custos repassados à empresa, como aumento dos preços dos combustíveis, contratos de aluguel, transportes, vigilância, limpeza e salários dos empregados. A revisão não se aplica ao segmento de encomendas, como o SEDEX, por exemplo.