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Mulher de Bolsonaro vibra com escolha de Michel Jordan como melhor ator. Extrema-direita torceu contra Wagner Moura e o cinema nacional
Para deleite dos extremistas, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) tem repercutido, sem parar, em suas redes sociais, a vitória do ator norte-americano Michael B. Jordan no Oscar 2026.
Já na segunda (16), ela destacou trechos do discurso do artista, que venceu a categoria de Melhor Ator - mesma disputa em que o brasileiro Wagner Moura estava indicado.
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A mulher do presidiário Jair Bolsonaro compartilhou uma postagem com a fala de Jordan ao receber a estatueta pelo filme “Pecadores”, no domingo (15), em Los Angeles (EUA).
O ator agradeceu à família e à equipe envolvida na produção, além de fazer referências a nomes históricos do cinema. “Deus é bom”, afirmou, em discurso.
Segundo as más línguas, Michelle não manja nada de cinema. Sua posição, no contexto da premiação, só seria a expressão clara do seu ódio ao ator Wagner Moura, que costuma criticar Bolsonaro.
O filme "Pecadores" é permeado de referências à ancestralidade negra pela música, crenças iorubá e às religiões de matriz africana.
Considerando as bandeiras do racismo que marcam o bolsonarismo, nas redes, uma pergunta não quer calar: será que Michelle sabe que Michael B Jordan apoia o movimento Black Lives Matter?
O BLM - traduzido como "Vidas Negras Importam" - é um movimento ativista internacional fundado em 2013 nos EUA, com foco no combate ao racismo estrutural, desigualdade racial e, principalmente, à violência e brutalidade policial contra pessoas negras.




