A empresa WSM Construtora, que teve um prédio interditado pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), informou que está fazendo as adequações necessárias para a continuidade da obra. Na construção trabalham cerca de 60 trabalhadores que, segundo a SRTE, poderiam cair do prédio a qualquer momento por falta de estruturas voltadas à segurança. Ontem o engenheiro responsável, que não informou seu nome completo, disse que a WSM respeitou as outras duas interdições que ocorreram na empresa e que seus funcionários estavam na obra não para trabalhar, mas justamente para realizar os ajustes. De acordo com ele, as pendências são apenas em relação ao guincho e à grua. O guincho depende de que venha uma pessoa de outro estado para realizar os testes. Já a grua está apenas passando por ajustes de detalhes, como os limitadores de peso. Um funcionário da SRTE informou terça-feira, quando houve a interdição, que faltavam bandejas de proteção, guarda corpo e redes de segurança. De acordo com o superintendente de trabalho e emprego, Valdiney Antonio de Arruda, os responsáveis pela empresa foram autuados. A Polícia Federal acompanha o caso. (DS)