CIDADES
Quinta-feira, 17 de Junho de 2010, 21h:09
A
A
TRANSPORTE ESCOLAR
Unidades rurais terão 500 ônibus
A aquisição de 500 ônibus para transporte escolar na rede rural de ensino de Mato Grosso foi assegurada ontem pelo governador Silval Barbosa junto ao Ministério da Educação. Ele se reuniu com o secretário executivo do MEC, José Henrique Paim Fernandes, em Brasília, onde também foi garantida a aquisição de dois mil aparelhos de ar-condicionado para climatização de mil salas de aula no Estado. Este é um programa já consolidado. É um compromisso do governo do em dotar de melhores condições a rede rural de ensino. Isso implica em melhores condições para alunos e professores e, naturalmente, vai refletir na melhoria da qualidade do ensino, afirmou o governador. Serão 250 veículos adquiridos com recursos do Estado e 250, pelo Ministério da Educação, através do Programa Caminho da Escola, uma parceria do governo federal com os governos estaduais. A compra dos ônibus e dos aparelhos de ar já havia sido tratada pelo governador em audiência com o ministro da Educação, Fernando Haddad, em abril deste ano. José Henrique, que recebeu Silva Barbosa para a efetivação dos convênios, garantiu que, no máximo em 90 dias os ônibus chegarão a Mato Grosso. Todos os ônibus são adaptados para transporte de pessoas com deficiência. Os veículos serão de 23, 31 e 44 lugares, padronizados pelo Imetro e Universidade de Brasília. Serão distribuídos de acordo com a necessidade de cada município. Com relação ao programa de climatização das escolas, o governador Silval Barbosa disse que mil salas de aula já estão climatizadas faltando atender 5,8 mil salas. A rede de ensino estadual conta hoje com 715 escolas. O programa completo de climatização demanda recursos de R$ 80 milhões, envolvendo projetos de reestruturação das redes interna e externa, compra dos aparelhos de ar-condicionado e instalação. Como a maioria das escolas possui ainda estrutura antiga, para a instalação de ar-condicionado é preciso refazer a rede elétrica interna com o sistema bifásico ou trifásico, trocar fiação, interruptores e, também instalar geradores na rede externa de fornecimento da energia. "O maior problema é a estrutura existente na rede elétrica para atendermos a todas as escolas, mas vamos resolver", garantiu Silval. (Com assessoria)