NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Quarta-feira, 17 de Junho de 2026

CIDADES
Quarta-feira, 09 de Maio de 2007, 20h:39

OPERAÇÃO CAMPO VERDE

PF passa à Polícia Civil de MT cumprimento de 3ª prisão

ALINE CHAGAS
Da Reportagem
A Polícia Federal passou ontem para a Polícia Civil de Mato Grosso a incumbência de cumprir o mandado de prisão da Operação Campo Verde que está faltando no Estado. Dos 47 mandados de prisão emitidos para serem cumpridos em seis estados e Distrito Federal, três eram para Mato Grosso. Na terça-feira os agentes da PF conseguiram prender os empresários João Soares e Nilo Martins da Costa, em Várzea Grande e Querência, respectivamente. Segundo informações da Polícia Federal, a localização do suspeito que está foragido é muito distante de todas as delegacias da Polícia Federal em Mato Grosso. Por esse motivo, a PF contará com o apoio da Polícia Civil do norte do Estado nas buscas. A Operação Campo Verde foi deflagrada para desarticular uma quadrilha que contrabandeava agrotóxicos banidos pela FAO – Organização para Comida e Agricultura das Nações Unidas – ou falsificados para os estados de Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia e Goiás, além do Distrito Federal. Desde o início das investigações, em janeiro do ano passado, a Polícia Federal apreendeu cerca de 10 toneladas de agrotóxicos de origem ilegal. Somente na terça-feira, foram apreendidos 800 quilos em Goiás e 400 no Distrito Federal. A quadrilha contrabandeava herbicidas (produto que mata plantas invasoras), inseticidas (que combate insetos) e fungicidas (produtos que atacam fungos) para pessoas que queriam pagar menos do que o pedido pelos produtos com autorização do Ministério da Agricultura. A Polícia Federal supõe que o produto vinha da China e entrava no país pela região da Tríplice Fronteira – Paraguai, Argentina e Brasil.

Edição EDIÇÃO 16964




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL