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CIDADES
Quarta-feira, 02 de Maio de 2007, 21h:54

CASO MANHOSO

Em vez de pronúncia, novas diligências

Ao contrário do que se esperava, o juiz Adilson Polegato, da 13ª Vara Criminal, ainda não se decidiu sobre a pronuncia do ex-comendador João Arcanjo Ribeiro a júri popular pelo assassinato do empresário Mauro Sérgio Manhoso, ocorrido em 9 de outubro de 2000, no cruzamento da ruas Barão de Melgaço e Nossa Senhora de Santana, Centro. Polegato preferiu determinar novas diligências ou a substituição da testemunha de defesa de Arcanjo Ribeiro que deveria ter sido interrogada através de carta precatória na cidade de Jaciara, a 144 quilômetros de Cuiabá, o que acabou não acontecendo. O juiz também refez o pedido de informações a duas empresas de telefonia celular pedindo que cumpram a determinação de quebra de sigilo telefônico da ex-mulher de Manhoso, Vanda Manhoso, e um ex-policial que aparecia no inquérito como suspeito e que acabou não denunciando em juízo. Mas esta semana expira o prazo legal concedido pelo juiz para cumprimento das duas determinações. Ou seja, se a defesa apresentar nova testemunha ou surgir informações importantes com a quebra de sigilo telefônico, a tramitação do processo poderá tomar novos rumos.

Edição EDIÇÃO 16967




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