Diretor de Ministério diz que obras não são exigência
O representante do Ministério dos Esportes, Ricardo Gomyde, foi enfático ao dizer que as obras de mobilidade urbana não são uma exigência da Fifa para a realização do Mundial no Brasil. As obras de mobilidade não são gargalo e o Brasil certamente vai realizar um grande evento, disse. Segundo ele, as obras fazem parte da necessidade de investimento de qualquer cidade, que a Copa apenas contribui para acelerar. O investimento tem que ser para o país, pensando-se no que vai ficar de legado após os jogos, ponderou. Para ele, uma das heranças será o aumento da capacidade aeroportuária que deverá triplicar até o Mundial em todo país. Evidentemente, vai ter aeroporto em obras (até os jogos), o que não impede a realização da Copa, reconheceu. A segurança também foi um dos assuntos discutidos no seminário. Na opinião de Gomyde, o Brasil leva vantagens por não ter problemas com ataques terroristas, por exemplo, embora irá receber turistas de todos os cantos do mundo. A logística de segurança está sendo adequada. Entretanto, nos grandes eventos que o Brasil foi sede não tivemos problemas com violência. Exemplo disso foi o Rio+20, comentou. (JD)