Caso da marmita com maconha em presídio é encerrado
ADILSON ROSA
Da Reportagem
As investigações sobre a maconha que entrou em uma marmita no Presídio Central do Estado (PCE) chegaram a apenas um culpado. Trata-se do presidiário Fernando de Souza Rondon, indiciado por tráfico de drogas. As investigações realizadas pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) concluíram que era de Fernando o tablete encontrado dentro na marmita. Os dois funcionários da Stillus, o motorista Nelzi Pereira da Silva, 40 anos, e o ajudante Luiz Carlos da Silva, 28, foram presos no dia 7 de fevereiro quando entregavam marmitex na Penitenciária Central do Estado (PCE) e ganharam liberdade condicional na última sexta-feira. Conforme as investigações, quatro tabletes de maconha, foram encontrados no dia 7 de fevereiro, dentro de uma marmita, no Raio 5 da Penitenciária Central. A delegada Alana Cardoso, responsável pelas investigações, informou que os policiais fizeram todo o percurso do caminhão de entrega de marmitex e concluiu que não havia possibilidade de a droga ter sido colocada antes de entrar no presídio. Todo o processo de preparo das marmitas é monitorado por câmeras de vídeo e depois colocadas no caminhão de transporte do tipo baú, que é lacrado com lacre identificado, vindo a ser aberto já no interior do presídio, ressaltou.