CIDADES
Sexta-feira, 17 de Junho de 2016, 20h:56
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Atos de vandalismo atingem toda a cidade
Não é de hoje que atos de vandalismos em Cuiabá e Várzea Grande são noticia. Porém, o problema tem se tornado cada vez mais rotineiro, com as depredações e pichações estendendo-se por todas as regiões e atingido fachadas de prédios e espaços públicos, como museus, praças e parques. Em uma ronda pela cidade é possível notar o rastro de destruição. Praças e monumentos quebrados ou pichados, bancos, pisos e luminárias arrebentados fazem parte do cenário de degradação. Um problema que ocorre por todos os cantos da cidade, inclusive na região central. O vandalismo é um problema que afeta quase todas as grandes cidades. No Centro Histórico (por exemplo) acontecem de forma geral e geram prejuízos, comentou o secretário de Cultura e Turismo da capital, Alberto Machado. No Centro Histórico da cidade, a depredação é vista nas praças da República, Ipiranga, Bispo Dom José e Alencastro, que fica em frente à sede da Prefeitura Municipal. Lá, todo o pilar de sustentação da tábua dos Dez Mandamentos de Deus, em mármore, foi pichado e avariado. Além disso, dois dos cinco bustos de personalidades históricas estão sem as placas de identificação. Conforme Machado, nos últimos três anos o espaço já foi pintado ao menos cinco vezes. A Praça Bispo, que fica na Avenida Tenente-Coronel Duarte (Prainha), também se encontra depredada. No local, o Chafariz do Mundéu, bancos e o monumento erguido em homenagem ao bispo Dom José, estão com as paredes e pinturas riscados e danificados. Situação semelhante encontra-se no Museu da Caixa Dágua, que fica na Comandante Costa. A reportagem do Diário tentou fazer um levantamento junto ao município do gasto ou investimento feio com manutenção ou reparos dos espaços públicos, mas não conseguiu. Em Várzea Grande, um dos locais onde frequentemente são registrados vandalismos é o Terminal André Maggi, no centro da cidade. PARQUES Pela terceira vez, uma imagem de Nossa Senhora das Garças foi furtada do Parque Mãe Bonifácia, que fica na Avenida Miguel Sutil, na capital. A santa tem cerca de meio metro e ficava em um oratório cavado em uma árvore. Visitantes do parque sentiram a ausência da imagem a manhã da última quarta-feira (15). Há dois anos, por causa dos furtos, os frequentadores compraram uma nova imagem, que foi protegida por um vidro. Mas, a medida não tem sido capaz de evitar a ação dos delinquentes. Já no Parque Tia Nair, no Jardim Itália, foram furtados cerca de 10 mil metros de fios elétricos há uma semana. Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, os cabos já foram trocados. Também foi registrado boletim de ocorrência. (JD)