CIDADES
Quinta-feira, 22 de Agosto de 2013, 21h:08
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JÚRI POPULAR
17 sentam no banco dos réus em setembro
Lista é composta por 11 acusados de homicídio, entre eles Franklin Robson Barros Del Guingaro, que é suspeito de matar um homem em 2002
A Primeira Vara Criminal da Comarca de Cuiabá vai realizar no mês de setembro 17 julgamentos. Sentam no banco dos réus 11 acusados de praticarem homicídio e seis por tentativa de homicídio. O Tribunal do Júri fará o primeiro julgamento no dia 2 e o último no dia 26 de setembro, todos com início às 13h30, no Fórum da Capital. No dia 3 será julgado o réu Franklin Robson Barros Del Guingaro, conhecido como Robinho. Ele é acusado de ter matado a tiros Marco Aurélio Machado, em 16 de junho de 2002 no Santa Isabel, na Capital. Conforme os autos, o crime foi motivado porque meses antes a vítima havia assaltado o estabelecimento comercial do pai de Franklin, roubando um revólver e R$ 600 em dinheiro. Para cometer o homicídio o acusado contratou os serviços de um mototáxi, que o levou até o local onde a vítima estava. Ao se aproximarem de Marco Aurélio, o réu, que estava na garupa da moto, efetuou os disparos. Outro homicídio que vai a júri no dia 5 de setembro é de Ramão Zacarias Vilhalva Sorrilha, que foi executado com vários disparos de arma de fogo pelo acusado Ademir de Oliveira Junior, conhecido como Tiriba, no dia 23 de novembro de 2001, por volta das 18 horas, no bairro Canjica. Segundo testemunha (relatado nos autos), no dia do crime Ademir Oliveira solicitou uma corrida no seu táxi até sua residência que fica no bairro Canjica. Chegando lá, à vítima pediu que parasse o veículo há uns vinte metros de distância da casa, sem dizer o motivo. Quando a vítima desceu do carro e se dirigiu até o imóvel, deu de cara com o executor, que estava na casa vizinha. Ele saiu do interior da casa e abordou a vítima, lhe fazendo ameaças de morte. Em seguida, sacou de um revólver. Instintivamente, a vítima correu para se proteger atrás do táxi e sacou de um revólver, porém não chegou a apontar para o denunciado, que lhe desferiu três disparos de arma de fogo. O denunciado, em depoimento, confessou a autoria do crime, porém, justificou que ocorreu em legítima defesa, declarando que a vítima desceu do táxi e foi em sua direção efetuando dois disparos, que não o atingiram, daí efetuou um disparo contra o ofendido, causando-lhe a morte. No dia 19, enfrentará o Júri Popular o policial militar Jorge Luiz da Silva. Ele é acusado de tentar matar Paulo Roberto de Almeida, no dia 18 de maio de 2007, por volta da meia noite, na avenida Isaac Povoas, no bairro Popular. Consta a denúncia que no dia do crime, a vítima passava pela referida avenida, onde estava acontecendo uma blitz. Quando a vítima se aproximou da barreira policial, diminuiu a velocidade. Em seguida, a vítima desviou do policial e continuou o percurso. Neste momento, o denunciado sacou da arma de fogo e efetuou disparo contra Paulo Roberto de Almeida.