NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Domingo, 21 de Junho de 2026

BRASIL
Segunda-feira, 09 de Agosto de 2010, 19h:11

ÉPOCA DE CAMPANHA

Em SP, candidato tucano condena 'dossiês fajutos'

CAROLINA FREITAS
Da Agência Estado - São Paulo
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, voltou ontem a colocar-se como vítima de suposta espionagem feita pelo PT. "O que não falta em cima de mim é dossiê fajuto e o que falta é achar alguma coisa que eu tenha feito errado", afirmou em entrevista coletiva após participar de evento com empresários em São Paulo. "Eu estou há décadas na vida pública e nunca teve uma acusação fundamentada de qualquer coisa de irregularidade. Minha vida pública é limpa do começo ao fim, apesar de todas essas tentativas de baixaria." Serra fez os comentários ao ser questionado sobre a afirmação de um ex-diretor da Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, à Revista Veja desta semana. Segundo Gerardo Xavier Santiago, o fundo funcionaria como uma "fábrica de dossiês" contra a oposição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Serra classificou o cenário apresentado por Santiago como "mais uma baixaria" que tentaram fazer contra ele e citou o caso do dossiê dos aloprados, de 2006. O candidato classificou como "lamentável", mas "normal" a ausência da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, no evento "Candidatos à Presidência falam aos empreendedores do Brasil", organizado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB). "A candidata Dilma tem evitado ao máximo debater e se expor. Não estão aqui fazendo nada diferente." Participaram do evento ainda Plínio Arruda Sampaio (PSOL) e Marina Silva (PV). Cada candidato teve 20 minutos para expor suas ideias aos empresários e 40 minutos para responder às perguntas da plateia.

Edição EDIÇÃO 16967




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL