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Cuiabá MT, Sábado, 20 de Junho de 2026

ARTIGO
Sexta-feira, 06 de Dezembro de 2013, 20h:37

LEITOR

Volta dos dois dígitos

“O País caminha célere para a inflação demonstrando que para governar é necessário austeridade, conhecimento de economia, honestidade. Todos sabem que investimentos em infraestrutura são fundamentais, pois melhora a competitividade do parque industrial e produção primária. Já a política fiscal e trabalhista são consideradas ônus pesado quando se pensa em mercado internacional. Enquanto outros países procuram produzir com custos menores, vide a China, no Brasil se desperdiçam recursos que oneram os custos de produção. Formula fácil, basta saber, e respeitar os contribuintes fazendo bom uso dos recursos. Já tivemos exemplo no nosso Pais chamado ‘Plano Real’ que conseguiu estabilização dos preços e chegou bravamente até nossos dias. Não podemos perder essa conquista com irresponsabilidades políticas, pois o custo social seria muito elevado. O voto é um instrumento que garante a manutenção das conquistas. Todos devem pensar seriamente nisso. As gerações que nos sucederão precisam de um Pais digno para viver. Não podemos falhar”. ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT [email protected] Vereadores avaliam cassar João Emanuel “Parece que ser desonesto no Brasil virou regra, num mar de ladrões e corruptos se pega meia dúzia de gatos pingados e põe todo dia na mídia; hoje a bola da vez da grande mídia, Genuíno, Zé Dirceu e outros... agora o mesmo brasileiro que chama os políticos de ladrões é o que fura uma fila quando encontra um conhecido numa espera quilométrica; o mesmo estudante que protesta de forma violenta e desorganizada contra o aumento da tarifa do transporte público é o mesmo que não devolve o troco que recebeu a mais na padaria da esquina; a pessoa que reclama dos ladrões da sua cidade é a mesma que não avisa a alguém que a carteira dela caiu no chão e pega os trocados do pobre desatento. Qual é a diferença entre esse tipo de pessoas e os de colarinho branco? Nenhuma, absolutamente nenhuma. Ambos são corruptos e desonestos. Me embrulha o estômago quando vejo as notícias de pessoas que são parabenizadas por atos de honestidade. Isso significa uma coisa: isso é ser exceção numa maioria desonesta, por isso o espanto. Devolver o que não nos pertence não deveria ser pauta de um jornal de circulação nacional, não deveria ser assunto para uma semana toda, como se fosse um evento especial; deveria ser normal. Seria normal num país onde as pessoas são honestas, desinteressadas, e que não usam de trapaças para conseguirem alcançar seus objetivos. Parece que é uma epidemia, todos os dias temos escândalos, só muda a bola da vez... O preço da corrupção para o país é praticamente incalculável, já que corruptos não emitem nota fiscal, mas é estimável. Calcula-se que o custo direto com a corrupção (verbas efetivamente desviadas) chegue a R$ 100.000.000.000,00 (100 bilhões!!!) por ano! Difícil de se entender no meio de tantos zeros? Isso corresponde a praticamente 10% de toda a carga (alta) tributária brasileira, ou quatro vezes o que se arrecada com o imposto sobre a renda das pessoas físicas, ou seja, sem corrupção você poderia ficar livre dos impostos que comem até 27,5% do seu salário e ainda sobraria dinheiro para dobrar os investimentos em infraestrutura (estradas, portos, aeroportos, etc.), que gerariam um salto em nossa economia. Se estes valores fossem investidos na educação, aumentariam em mais de 50% o número de crianças matriculadas e na saúde, dobraria o número de leitos nos hospitais! Virou um balaio de gatos... Infelizmente a corrupção está assassinando milhares de brasileiros todos os dias, vítimas da falta de investimentos e saúde e em segurança... O povo foi a RUA, mas pra felicidade daqueles que sugam o dinheiro público, alguns idiotas resolveram bagunçar, quebrando, depredando, tudo que o mau político queria, que os burros bagunçassem. Lamentável”! LEO SANTOS, Cuiabá/MT [email protected] *** “Estou surpreso! O Riva não se manifestou ainda! Que decepção! Seu ‘aluno’ não aprendeu direito como fazer maracutaias e manter-se - juridicamente - ileso por tanto tempo, assim como o professor. A ganância é, realmente, uma tendência perigosa. Pois é, ‘mané’, vejamos quem cai primeiro: o sogro ou o genro. Torço por ambos, preferencialmente, na ordem”. JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT [email protected] Denúncias de desvios na Câmara somam R$ 16 mi “O que me deixa mais abestalhado do que já sou é o seguinte: o que aconteceu ou acontecerá com esses larápios? respondo: nada, absolutamente nada. Infelizmente!” LEANDRO PINTO DE OLIVEIRA FILHO, Cuiabá/MT [email protected] *** “Tantas denúncias, mas sem nenhum culpado, de 2006 de lá para cá, mais de 16 milhões desviados pelo legislativo municipal, como está divulgando essa matéria. O mais revoltante é que até agora nenhum culpado foi punido, não é apontado nenhum responsável, ou melhor, os gatunos não foram punidos, as investigações como sempre tudo termina em pizza. Essa casa de Leis ultimamente é alvo de muitas denúncias e vergonha para a sociedade”. VERÍSSIMO LEMES DO NASCIMENTO, Servidor Público Municipal, Cuiabá/MT [email protected] Deputado Nilson Leitão cria CPI que investiga Funai e Incra “O assunto é muito sério e já preocupa até políticos de partidos da base do governo, já que ameaça os interesses da soberania nacional, até na Amazônia brasileira. Essa CPI, se ocorrer, será uma das mais importantes do período recente no Brasil, para tentar corrigir, talvez, um velho problema nacional, mesmo que, tardiamente. É que, com o entreguismo pátrio predominante, com a classe política que temos, com exceções, e as riquezas potenciais que abriga a Amazônia, podemos, mesmo, já estar agindo tardiamente, diante da desnacionalização fática, tácita e iminente. Primeiro, com um Código Nacional de Mineração, considerado caduco e uma aberração no mundo capitalista, pela sua permissiva rapinagem internacional. Dentre outros absurdos,complementares do entreguismo pátrio, fecha tal circulo de entrega nacional, na bandeja, aos gringos e apátridas vorazes, a nefasta e criminosa política fundiária do país e a desgovernança agrária, agravadas, sobretudo, nos governos petistas”. ARISTEU C.L.PONTES, sociólogo, Rondonópolis/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16966




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