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Cuiabá MT, Terça-feira, 16 de Junho de 2026

ARTIGO
Segunda-feira, 06 de Dezembro de 2010, 19h:51

LEITOR

Tigre pantaneiro acuado

“Entendo que é chegada a hora de rever a questão das múltiplas aposentadorias de nossos queridos políticos e claro da contratação comissionada por parte das secretarias de Estado. É imensurável a injustiças já tais mazelas recair apenas sobre os servidores públicos de baixo e médio escalão.” ELCIO B. DE MAGALHÃES, Geógrafo, Cuiabá/MT [email protected] *** “É, é possível que haja uma pequena parada na economia deste ano, muito mais em função das chuvas do que propriamente do trabalho, na verdade o que eles estão fazendo é uma precaução para aprovar a previsão de orçamentário de 2011, porque se errarem tem que repassar o que foi previsto se não o bicho pega, como sabem das dificuldades estão segurando a bola, e estão certo, tem que segurar mesmo, até porque muda o governo e psicologicamente falando ninguém conhece a Dilma, e ninguém sabe o que vai acontecer, mas tenham calma não vai acontecer nada, nadinha mesmo, a não ser que o mundo inteiro quebre e o Brasil vai junto, aí é até bom, porque ninguém paga ninguém, fazem acordos e dois ou três anos se passam.” LUIZ CARLOS, micro-empresário, Cuiabá/MT [email protected] *** “Tigre Pantaneiro acuado. Esta retração em Mato Grosso era previsível. Faz quase três décadas que os responsáveis pelo crescimento do Estado são os proprietários rurais (agricultores e pecuaristas). A partir de 2.005 o Governo Federal, através do Ministério do Meio Ambiente comungado com ONGs internacionais e o PV passaram a criminalizar os proprietários rurais, tachando-os de bandidos do meio ambiente. Ora, esse setor é formado por pessoas simples, trabalhadoras e não gostaram de ver a Polícia Federal e Ministério Público bater nas suas portas, acusando-as de um crime não cometido. O reflexo é isso aí; falta desenvolvimento, falta dinheiro, faltará arrecadação. Em um futuro muito breve Mato Grosso importará arroz, feijão e muitos outros produtos. Cabe aos ecologistas do asfalto passarem a produzir e dar um resposta a sociedade.” MARIA AMÉLIA DE CASTRO, Dona de casa, Cuiabá/MT [email protected] Desrespeito sobre a faixa ocasiona mortes em Cuiabá “Cuiabá deveria adotar o exemplo de Brasília, educando a população tanto de motoristas como transeuntes para obedecer as faixas de segurança nas travessias de pedestres. Não que isso evite acidentes que acontecem pela insensibilidade e baixa cultura que reina em qualquer comunidade de irresponsáveis, porém, a visível diminuição de acidentes nas faixas de segurança na Capital Federal é notória. Em Cuiabá chega-se ao exagero de duas faixas enormes e altas como as que se encontram na Avenida Um na UFMT e nem assim os irresponsáveis as respeitam e ainda se dão ao luxo de xingar os pedestres. De outra forma sem uma campanha intensa de educação e fiscalização rigorosa nos locais para punir exemplarmente os infratores irresponsáveis, com certeza é melhor nem tentar porque aí sim vão morrer mais pedestres nessas faixas e os criminosos ficarão impunes e por cima ainda vão arranjar desculpas para encobrir seus instintos animalescos para culpar a ‘desatenção’ do próprio pedestre e vão continuar deitando e rolando. Uma lástima.” MARCELO MATTOS, Estudante, Cuiabá/MT [email protected] *** “Não se deve acenar nem tentar atravessar em faixa de pedestre. não há campanha educativa na mídia, a população desconhece isso. Corre-se o risco de atropelamentos. Em Brasília a faixa funciona há anos, mas há campanha publicitária na TV até hoje. Aqui, somente se houver semáforo e ainda assim com todo o cuidado possível. Infelizmente. Falta poder público. A culpa não é do motorista nem do pedestre.” PAULO SERGIO DE VASCONCELOS, funcionário público federal, Cuiabá/MT [email protected] AL adaptada para atender Marinho “Antes tarde, do que... mais tarde ainda. A Assembléia é um prédio novo e vergonhosamente não foi projetado para acessibilidade irrestrita de todos. Só agora, após a eleição do Sr. Luiz Marinho é que a casa fará adaptações para proporcionar o acesso de todos. A AL fará parte de mais uma ‘ilha’ onde cadeirantes poderão transitar sem qualquer problema.” LUIZ AUGUSTO VICTORINO ALVES CORRÊA, Administrador, Cuiabá/MT [email protected] Gasto por eleitor de MT é o terceiro maior do Brasil “E por que não unificam as eleições? daqui dois anos (2012) haverá gasto semelhante. E em 2014, outra vez. Isso que se chama desperdício.” ANTONIO CARLOS ALMEIDA, estudante, Cuiabá/MT Blairo ajuda Dilma “O DC publicou esta matéria pela metade. Ficou faltando este trecho bastante interessante. O Globo publicou tudo: Maggi fez as doações de R$ 700 mil e R$ 300 mil por meio da exportadora Amaggi e da empresa Agropecuária Maggi, em 25 e 26 de novembro, dias antes de se encontrar com Lula e Dilma na inauguração de eclusas (canal para passagem de embarcações) de hidrelétricas no Pará. A articulação de Maggi e do PR contou também com apoio financeiro de empresários. Os donos da Construtora Sanches Tripoloni, Paulo Francisco Tripoloni, Antonio Sanches e João Sanches Junqueira doaram juntos, 1 milhão para o comitê financeiro nacional da presidente do PT. Nos últimos quatro anos, a empresa recebeu mais de R$ 570 milhões em contratos com o Governo Federal, todos firmados pelo Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (DNIT), órgão que é comandado por Luiz Antônio Pagot, um dos principais escudeiros políticos de Maggi. A Sanches Tripoloni, ligada a Blairo e altamente protegida por Pagot enfrenta processos por irregularidades no Tribunal de Contas da União(TCU) e foi declarada “inidônea” para participar de licitações públicas em maio de 2009 em função de problemas detectados na licitação da construção do contorno viário de Foz do Iguaçu no Paraná. Segunda o Portal da Transparência, a Sanches, faturou 263 milhões apenas em 2010. E o Blairo continua lutando com unhas e dentes para manter o Pagot no DNIT, órgão que nada fez até hoje por Cuiabá e Mato Grosso, porém muito para as grandes empreiteiras nacionais.” FLÁVIO MATTOS, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16963




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