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Cuiabá MT, Segunda-feira, 15 de Junho de 2026

ARTIGO
Sexta-feira, 08 de Agosto de 2008, 20h:30

LEITOR

Serys e Pagot pedem votos para Mauro

“Serys e quem??? Pagot? Ué, esse ai tem voto em Cuiabá? ‘Tchá por quᒠesse menino, vocês estão falando de Cuiabá, capital de mato- grosso? Espiai, não pode ser, será que Mauro Mendes está fazendo campanha dentro do centro político administrativo? Por Deeeeeus, que essa eu não entendi!!!” RUBENS ALMEIDA, economista, Cuiabá/MT [email protected] Lula critica histórico ambiental do G-8 “Aparentemente, o presidente Lula dá um exemplo de soberania nacional. Porém, na prática, observamos um comportamento diferente nos órgãos que tratam dos assuntos ligados a área rural (ambiente, agropecuária, fundiário). É extremamente penoso ser brasileiro, não apaniguado de políticos pró-Lula, e sobreviver na região amazônica. Chega a ser patético o distanciamento do governo federal em relação às nossas necessidades. Como dito pelo presidente, primeiro temos que cuidar da imagem do Brasil no exterior Quanto aos brasileiros destinem-lhes bolsas família, ou algum outro auxílio miséria, pois isto aí manterá eternamente os políticos pró-Lula no poder. Evidentemente, regiamente remunerados. É incrível o festival de arbitrariedades e favorecimentos que estes políticos promovem dentro dos órgãos federais. Tendo os sindicatos a seu lado, intimidam a todos na persecução de seus objetivos (o grande papel dos sindicatos tem sido nomear para função gratificada). Leio hoje em um diário amapaense que o deputado Asdrúbal Bentes (PMDB) elevou o seu patrimônio em 1829% em dois anos. Subiu de 80.000 reais em 2006 para 1,55 milhão. O jornal cita outros parlamentares do sudeste e Bahia, mas vou ater-me a questão amazônica abordada no artigo do DC. Enquanto a base aliada do Lula, na região amazônica, enriquece 1829% em 2 anos, nós, pobres mortais, sequer conseguimos tirar uma simples CCIR e custear umas cinqüenta cabecinhas de gado. Parece que para o nosso presidente e sua base aliada, com patrimônio crescente, é necessário fazer boa imagem para o exterior. Internamente, que nos arrebentemos até tornarmo-nos mais um dos milhares dependentes das bolsa-Lula e reforçarmos assim a o coeficiente eleitoral do presidente e sua base aliada.” MÁRCIO COSTA RODRIGUES, agrônomo, Macapá/AP [email protected] Um assalto camarada “Esse tipo de ‘assalto’ tem acontecido diária e frequentemente na cidade. O ‘assalto camarada’ do qual fala a nobre jornalista Sonia Fiori já ocorreu comigo também e acredito que com a grande maioria das pessoas. Somos abordados na rua que é o local mais adequado e propício. Outro tipo de ‘assalto camarada’ é aquele em que você é abordado e o camarada ou a camarada lhe diz que está vindo de outros Estados do País com destino a outros Estados do País e precisa ‘inteirar’ o dinheiro da passagem. Confesso que às vezes até ajudo quando vejo que a pessoa é simpática ou se faz de simpática e agradável com você. Lógico, são uma das armas do jogo que elas usam. Acreditar na conversa delas e ajudar um pouco? Sabemos que a malandragem aliada ao uso de alcoólicos e outras drogas está solta e muitas vezes na nossa imperdoável boa-fé contribuímos para isso. Não quero aqui criar pré-conceitos, discriminação ou estigmas com relação a essas pessoas até por que dentre elas há aquelas bem-intencionadas, cidadãs e cidadãos desempregados e muitas das vezes sem perspectivas de vida. Apesar das nossa desconfianças não podemos de maneira alguma generalizar o fato. Por outro lado a corrupção legalizada nos escalões do governo e da classe empresarial rola solta no País. Com as raríssimas exceções. Bom, esse é um outro tipo de ‘assalto’, o do colarinho branco (ou outra cor que se queira dar) que já envolve milhões e até bilhões de reais. E o que é pior retirados descaradamente dos nossos impostos pagos aos cofres públicos. Certamente outro assunto a ser abordado, se já não o foi, pela articulista do Diário. Até por que esse é um assunto corriqueiro no País, como se acompanha pelas sucessivas e bem organizadas Operações da nossa nobre Polícia Federal. Isso se o ministro mato-grossense do STF não atrapalhar.” JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT Governadores se mobilizam contra piso “Tenho pelos professores o maior conceito, tanto que ‘se quiserem me elogiar, chamem-me de professor’. Acredito, porém, que a grande maioria desses pseudos secretários de Educação não sejam professores e, além do mais, seus conhecimentos a respeito de educação estão próximos do analfabetismo, pois, imaginem, considerarem que esse indecente piso salarial de R$ 950,00 possa comprometer as finanças dos Estados. Ora, vejam, seus incompetentes: Por que não fazem um movimento contra seus próprios salários que devem ser, em média, dez vezes maior que aquele valor, além de todo ‘turismo’, por conta do dinheiro público, para se reunirem e decidirem uma barbaridade dessas. Isso é, no mínimo, falta de conhecimento do que venha a ser a diferença entre um professor bem remunerado e essas ‘mixarias’ que recebem; falta de caráter e, por que não, de vergonha na cara. Ficaram ‘bravinhos’? Vamos discutir o assunto na mídia, a nível nacional?! Desocupados!!!” JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT [email protected] Estados preparam rebelião contra o piso “Uma vergonha os estados se rebelarem contra o piso salarial dos professores, como esse país pode sair da miséria intelectual com governadores incapazes de valorizar a educação. Esse piso ainda é uma miséria.” LEOPOLDINO CARDOSO, advogado, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16962




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