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Cuiabá MT, Domingo, 21 de Junho de 2026

ARTIGO
Sábado, 30 de Janeiro de 2010, 18h:44

LEITOR

Pedro Taques sinaliza filiação ao PDT

“O professor Pedro Taques já demonstrou durante esses anos no MPF que se preocupa com nosso país, ao contrário da ampla maioria dos juristas, não se conformou com a estabilidade de altos salários, sem dúvida que ele pode fazer muito mais por Mato Grosso e pelo Brasil. É um homem que merece nosso respeito e nosso voto independente do partido que escolher, não tenho dúvida que representará o Estado de maneira coerente, combativa e honesta. Parabéns pela coragem de colocar seu nome a disposição.” MÁRIO QUIDÁ, Cáceres/MT [email protected] *** “Parabéns ao Pedro Taques, ô se nossos políticos tivessem a lucidez e a inteligência aliada a honestidade que caracterizam Pedro. Qualidades essas só encontradas em políticos do passado. Que entre na política, um caminho de espinhos, mas que pode ser de realizações se assim quiser.” ANTONIO CARLOS, advogado, Cuiabá/MT [email protected] *** “Eu sei que grande parte dos leitores do DC acha Pedro Taques (bem como o juiz Julier) uma pessoa do bem, honesta, íntegra, etc... Longe de mim duvidar disso, muito pelo contrário. O que me incomoda nele (e também no Julier) é essa ‘vocação’ para os holofotes! Cada ato dele é pensado, planejado em termos de divulgação de seu nome, como forma de se tornar mais conhecido perante a população de Mato Grosso. A troco de quê? Ainda em fins de 2002 para 2003, me disseram que ele almejava o Senado, que seu objetivo era ser candidato ao Senado. E que por isso suas ações eram precedidas e sucedidas de tanto barulho, tanta divulgação. Ao longo desses anos ele vem se manifestando sempre no sentido de viabilizar sua candidatura, que fica clara agora. Aí vem a inevitável pergunta: ele fez tudo aquilo para aparecer e sair candidato, ou sai candidato por ter aparecido demais nas suas ações profissionais?! Esse negócio de profissionais do Judiciário deixarem suas funções para serem políticos, deveria ser proibido, exceto quando se aposentarem. Porque querendo ou não, suas ações deixam de ter a lisura almejada por pessoas que têm como função defender as Leis. Jobim quando presidia o STF já manifestava interesses de voltar à política. É bom lembrar que ele foi um presidente do Supremo extremamente criticado por parcialidade. O mesmo acontece com o juiz Julier: a gente sempre fica com um pé atrás em suas decisões, a maioria com claras motivações políticas e ideológicas. Que Taques se defina de uma vez e deixe de ser um procurador-candidato que usa de seu cargo para se tornar evidente diante dos (possíveis) eleitores.” NATAL SANTANA, educador, Cuiabá/MT [email protected] *** “Vejam só como funciona um dia ele luta pelos direitos mete bandido na cadeia louvável era sua obrigação pois é pago pra isso, agora se beneficiar do resultado para que possa ser eleito a algum cargo político.” TELDO HENRIQUE PALMA FERNANDES DA SILVA, advogado, Cuiabá/MT [email protected] *** “Muito boa a entrevista com o procurador Taques, em sua profissão demonstrou conhecimento, seriedade e coragem, que ele transfira toda experiência para a política, nós precisamos de políticos com esse perfil, mas acho que deve começar como deputado federal, focando o senado para a próxima eleição.” MÁRIO D. RULLI, corretor de imóveis, Alto Taquari/MT [email protected] *** “Política é pra homem de bem. Dr. Pedro Taques, é honrado e qualificado. Acredito que resistirá ao ataque voraz do nosso corrompido sistema político. Parabenizo-o pelo desprendimento de se comprometer com os interesses sociais, com a melhor qualidade de vida da população. Sua mudança radical de vida, saída do MPF, início na atividade política, demonstra idealismo, muita coragem e confiança no que pode fazer. Espero que o povo compreenda e lhe outorgue Procuração para oportunizar-lhe realizar o que pensa. Lançando-se na arena política, renunciando sedimentada carreira no MPF, já provocou um efeito extraordinário: instiga outros homens de bem a fazerem o mesmo. Isto pode mudar nossa realidade. Deus o ilumine e ao povo, para que tenha a oportunidade que está buscando.” WALDIR CALDAS RODRIGUES, Advogado, Cuiabá/MT [email protected] Legal mesmo “Respeito sua opinião, Adilson Rosa, e considero que ela é importante por ser construtiva, pois coloca as coisas em seus devidos lugares. É muito fácil criticar os ambientalistas, para esconder prepotências, vitimizando os arrogantes. Só discordo em relação a uma suposição, que infelizmente teremos oportunidade de constatar na prática, a meu ver: a duplicação da estrada não tem absolutamente nada a ver com o turismo na Chapada. Se houver (se houver!) o aumento do fluxo de turistas (turistas mesmo, com educação para tanto, dispostos a apreciar as belezas e aprender com elas, o que nem sempre é o caso, convenhamos...) será por uma consequência bastante secundária e fruto do esforço dos que trabalham nesse meio, como sempre foi. O objetivo escandaloso é servir exclusivamente aos interesses econômicos dos municípios próximos, que exploram o agronegócio, que beneficiam poucos, muito poucos, como mostram as estatísticas de emprego, educação e renda (não o PIB!). A Chapada e seus moradores que se danem, é assim que pensam os novos ‘donos’ de Mato Grosso, iludindo os que acreditam em uma noção vaga de ‘progresso’ e ‘desenvolvimento’. Para quê? Para quem? É preciso uma discussão construtiva também sobre essas questões tão fundamentais para a sociedade mato-grossense atual, se quisermos trazer um mínimo de qualidade de vida para os mais necessitados, inclusive da Chapada (que são muitos!). Nada irá melhorar sem a colaboração deles, que precisam de tudo, como já estamos cansados de saber: educação, emprego, saúde... enfim, respeito. Que é, aliás, o que todos nós precisamos, com urgência.” FÁTIMA MACHADO, Professora UFMT, Cuiabá/MT [email protected] Apesar de fuga e homicídios, Costa fica “Esse é apenas mais um dos incontáveis casos de ausência do Estado Juiz... Estou em MT há um ano e meio e já ouvi várias pessoas dizerem: ’pode fazer o que você quiser, aqui não tem lei’... e eu completaria: ...muito menos justiça.” EDSON JOSÉ DE FREITAS, servidor público, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16967




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