O Carlos Bezerra chamando os secretários de despreparados é de doer na alma de qualquer cidadão com um mínimo de consciência e formação!!!! Políticos do cacife dos nossos envergonham pelo simples fato de respirar o mesmo ar que trabalhadores como eu! LIA CÂNDIDA, Cuiabá/MT
[email protected] AL reage e barra projeto do governo Não queremos mais impostos! Espero que a Assembleia Legislativa não aprove o projeto do governo Silval. Cortar gastos é a solução. JOSÉ FREITAS, Cuiabá/MT Para IBGE, MT é líder Sou paranaense de nascimento e mato-grosense de coração e mente. Tenho o maior orgulho de MT. Gostaria que o Diário fizesse uma comparação com Goiás, no segmento de Boi de Corte, produção de Grãos, Suínos, Frangos e exportação em sua totalidade... Só para que esse leitor pudesse ter uma comparação justa para participar de debates sobre esse tipo de assunto, pois os goianos, nada contra, mas são muitos marrentos, dizendo que GO é a maior força do Centro-oeste... Não que isso me aflija, pois moro aqui e gosto daqui também, mas amo meu MT. Amor é amor, e não se discute... CELSO MOESSA, policial militar inativo, Goiânia/GO
[email protected] Muniz já tem doadores para eleição 2012 Começou mal o candidato. Pelo que sei, sindicato não pode contribuir para campanha eleitoral, é crime que pode determinar a cassação da candidatura. MARCUS MEDIATO, autônomo, Cuiabá/MT
[email protected] Governo pede prioridade na votação do Fundo Fundo da Pobreza. Por favor, senhores deputados, não aprovem esse novo imposto. Dinheiro tem aos montes o que falta é competência do Estado para administrar. Toda vez que o Estado tem um reserva de dinheiro, sai nomeando e contratando novos funcionários. Servem para que esses funcionários? Só para complicar a vida dos cidadãos! Exceto na Educação e Segurança Pública, o Estado deveria dispensar 80% dos seus servidores, que na maioria das vezes só servem para dizer não ao contribuinte, pois se falarem sim vão ter que trabalhar e quem tem estabilidade servir o povo é a última prioridade. É o que se vê diariamente no setor público. Então, senhores deputados, mandem o governo demitir os incompetentes e sobrará dinheiro para investir no social. MARIA DA GRAÇA PEREIRA, comerciante, Cuiabá/MT Mgraç
[email protected] Executivo descaracteriza protestos Sobre a polêmica da água, sou cidadão cuiabano, sou a favor da privatização do sistema de abastecimento de água e esgoto de Cuiabá, motivo este tem a melhorar no que se refere a gestão, pois água temos o suficiente, falta gestão e o governo ou prefeitura tem que cortar gastos e fazer investimento em Saúde e Segurança. Tem mais é que privatizar mesmo. Temos aí exemplo da Cemat. Por que não a Sanecap? Está individada, falta isso, aquilo. Pena que temos pessoas egoístas demais em Cuiaba. Acham que quando morrer vão levar a água junto com eles no caixão. Acorda, cidadão cuiabano! PAULO PONCE DINIZ, gerente de crédito e cobranças, Cuiabá/MT
[email protected] Indústria versus MEC O artigo está por deveras instigante, a partir, principalmente, do momento em que em estilo nada cortês verifica-se que o objetivo é simplesmente criticar a Linguística e por tabela os professores de Língua Portuguesa. Quando à suposta litigância entre sistema S e MEC, sabe-se que o sistema S é mantido principalmente pelo dinheiro público e controlado pelas mãos dos mandatários da indústria, comércio e serviços; além, é claro, pelos políticos e pelos indicados das entidades de classe. De tão bom que é, conseguiu formar um presidente da República, fato este no qual são incontestáveis os serviços prestados aos brasileiros das classes menos abastadas que, pelo aprendizado no sistema S, conseguiram seu primeiro canudo e emprego de fato. O sistema S é uma instituição no qual a gramática oficial é adotada como modelo ideal para transmissão de conhecimento, pois o modelo gramatical de discurso consegue universalizar a fala de um país continental, cuja clientela é feita de milhares de brasileiros com baixa escolaridade e com lacunas na formação formal dos bancos escolares. O sistema S propaga assim um recorte do fenômeno linguístico, a Gramática Oficial, e que como o próprio sistema S é fruto da vontade de poder das elites. Nós, que estudamos e praticamos a Ciência Linguística, sabemos o quanto é difícil para os falantes de uma língua específica, alienados pela filosofia do cotidiano, refletir a própria língua como um sistema e não como um recorte menor do próprio sistema. Saussure definiu que a Língua é um sistema, mas ressaltando que o falante não faz reflexão sobre a realidade de sua própria língua. Contudo, os estudos fonéticos e fonológicos contemporâneos descrevem que o falante se policia de forma intencional a cada emissão da fala, (Marcuschi), rebuscando e se autocorrigindo para se adequar a um modelo ideal, modelo este ditado pelo espaço escolar na forma da gramática oficial. O falante da propaganda do Sistema S realiza exatamente tal ato. Os estudantes de Letras e os linguistas têm como elo comum a Ciência Linguística, que tem a Língua como seu objeto, mas sabemos que outras áreas de conhecimento e determinadas profissões não são assistidas por uma ciência, com objeto definido e demais axiomas que as sustente perante o embate das demais ciências. Um exemplo está na interdisciplinaridade das Ciências da Comunicação que abarcam em seu bojo o estudo de Linguística e demais outras ciências, porém não existe um objeto definido nas Ciências da Comunicação para que ela seja considerada ciência de fato. Será que o articulista já se deu conta de que a comunicação é fato humano de fato e que se há todo esse policiamento diante da fala, devido ao peso da escrita oficial, por que ainda não há uma prescrição em forma de alfarrábio oficial para delimitar o uso da linguagem e da comunicação não-verbal? Para mim a gramática oficial é um estatuto da linguagem de curral que delimita a língua dos que optam pela vida no curral, por isso a necessidade da fala se adequar às regras do estatuto para os que os demais viventes no curral entendam o que se fala. Contudo, e aqueles que não vivem no curral? E que sendo humanos em sua potencialidade de raciocínio optam pela não vivência sob os holofotes do estatuto da linguagem do curral? Fazem uso errado da potencialidade da linguagem humana, que é superior à da que se faz uso no curral? Como disse Rousseau: o homem nasce livre, e por toda a parte encontra-se acorrentado. Afinal, nós também vivemos no curral. Não é mesmo, caro articulista? FLAVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT
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