Marcos em 11:17 diz: A minha casa será chamada Casa de Orações para todas as nações. Vós porem a tendes transformado em covil de salteadores Entrando Jesus no Templo expulsou os que ali vendiam e compravam. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. Marcos 11:15 Ah Jesus, se o Senhor entrasse na Câmara Municipal de Cuiabá no dia 10 de julho de 2009, data da aprovação na surdina da Lei 5226, certamente expulsaria os papais noéis preparando um presente da Natal para a cidade que amam! Nesse dia a Câmara virou um covil de traidores da sociedade cuiabana. Ninguém ali vendia pombas mas sim um patrimônio do povo. Esses traidores, eleitos com o voto deste mesmo povo, com o aval deles para defendê-lo, e a pedido do prefeito (aquele que dizia: Amo Cuiabá), venderam uma rua da nossa cidade para uma empresa privada. Por R$ 1.613.333,30, traíram a confiança que este mesmo povo depositou neles. Não se importaram com a história e muito menos com a dignidade de quem tem o dever de zelar pela coisa pública! Preferiram seguir a orientação da SMTU. A SMTU, segundo divulgado nos sites e jornais, disse que a Rua Tufic Affi não tem grande importância para o transito da cidade. Se a moda pega, igual a ela temos outras tantas pela cidade afora, que por esta ótica, estão a caráter para serem vendidas. Estes cidadãos, todos, começando pelo alcaide que foi o grande intermediário do negócio, não têm nenhum compromisso com você. São fissurados pelo vil metal. Pode este indivíduo que tentou mudar o nome de ruas importantes da nossa cidade e até do Palácio Alencastro para homenagear seu ex-líder, chegar ao Governo do Estado? Pode um cidadão deste, que vende parte de uma cidade dirigir alguma coisa que não seja o seu automóvel? Imaginem este homem comandando nosso Estado! O que será capaz de fazer com o patrimônio público? Depois vem com conversa de cerca Lourenço de que essa rua não serve para nada. Se uma rua da capital por onde passam muitos automóveis por dia não tem o devido respeito do poder público, será que centenas e centenas de hectares devolutos pertencentes ao Estado de Mato Grosso terão por parte dele o zelo necessário? Dia a dia todos nós vemos a falta de habilidade e de capacidade do alcaide. Faz um temporal com um pingo dágua e em seguida escorrega numa gilete. Discute-se se a medida é ou não legal. Se chegarem à conclusão que a medida é legal (o que duvido muito), ela é e sempre será, imoral. Tornar-se-á a marca indelével desses anti cuiabanos. Tornar-se-á o amuleto de quem diz em alto e bom som que ama Cuiabá (imagina se detestasse!!!). Recebi um e-mail de um velho amigo lembrando-me de uma coisa que me passou despercebido. Hoje uma parte do Atacadão do porto e uma parte da nossa ex rua, (a que o Prefeito vendeu) pertenceram ao meu avô Nilo Póvoas. Ali nasceu meu pai Lenine. Esse amigo escreveu-me dizendo que se ainda fossem nossas essas propriedades, ele teria certeza de que jamais seriam vendidas, pois nós sim, amamos Cuiabá. Falta de respeito é o mínimo que se pode dizer para estes que traíram a sua confiança. Traíram sim a sua, porque a minha não. Tendo certeza de que fatos desta natureza poderiam ocorrer com o aval dessa tchurma não os habilitei a serem meus representantes, pois alguns são conhecidos de velhos carnavais. Acho que nunca na história desta cidade existiu tamanho absurdo. E os nobres Vereadores que aprovaram essa absurda lei? Parece que só dois estão fora dessa traição. Segundo um deles, não houve discussão sobre a venda até porque o projeto do Prefeito (aquele que ama Cuiabá) foi direto para votação em plenário em regime de urgência. Existe alguma desculpa plausível para tamanha patifaria? Claro que não. Não adianta aqueles que aprovaram a lei tentarem defender o indefensável. E você eleitor? Vai votar ainda nesses caras? Mande todos pra casa. Nossa Cuiabá não precisa deles. * EDUARDO PÓVOAS, cuiabano
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