Soma-se a imprudência, a ingestão de álcool mais a confiança nos nossos carros inseguros, tem-se uma triste resultante: 160 vítimas. Os nossos carros inseguros: recentemente, tive a infelicidade de presenciar a morte de duas pessoas carbonizadas após colisão frontal entre dois automóveis. As chamas propagaram rapidamente consumindo um dos autos, vide foto, abaixo, em poucos minutos. Trabalhando há 30 anos como engenheiro químico, especializado em materiais plásticos e borrachas, venho aqui denunciar que os testes de combustibilidade destes materiais plásticos e borrachas, feitos em laboratórios, nunca se aproximam de uma situação real. As borrachas são compostas por elastômeros e aditivos óleos minerais, sendo que estes últimos são altamente voláteis e combustíveis. E no Brasil o mercado de reposição( mercado paralelo) desconhece as normas de combustibilidade dos materiais. Os plásticos, mesmo os mais resistentes à propagação da chama, com aditivos antichamas, amolecem e derretem(gotejam) e acabam contribuindo para ampliar a área de queima(combustão) e depois passam ser combustível, acentuando a queima pela elevada taxa de evaporação do álcool. Os carros populares não possuem corte de combustível em caso de colisão, o que faz com que a bomba de combustível trabalhe , envie combustível e continue a alimentar as chamas; neste caso, as chamas chegaram a mais de 3 metros de altura. As engenharias buscam fazer autos mais leves, chapas de aço finas com objetivos de redução de peso(economia de combustível), redução de custos e energia de impacto. Cabe lembrar que as chapas têm que ter um mínimo de espessura pelo menos para suportar após a colisão uma estrutura suficiente para impedir a total desintegração do veículo. Nos carros populares no Brasil sentimo-nos como se estivéssemos dentro de uma lata de alumínio (refrigerantes), face à facilidade com que se amassam e se mutilam. No Brasil o carro popular custa muito caro, a margem de lucro é altíssima e nossas autoridades pouco cobram sobre a melhoria da segurança veicular. Os nossos automóveis são os mais caros do mundo. O lucro está acima da preservação da vida e se pessoas como eu não continuarem a insistir em divulgar nos meios de comunicação estes elementos e cobrar melhorias poucas coisas serão feitas ou se levará muito tempo para corrigi-las. Abaixo, acrescento uma normalização do Contran. Veja o absurdo a que ponto chegou. Estes Dados estão na Internet, fabricante de material plástico (ABS) para interiores dos automóveis. Em termos mundiais, o crescimento anual dos aditivos antichama é de cerca de 8-10% devido às grandes exigências impostas pelos órgãos governamentais em determinadas aplicações. No Brasil, o consumo ainda é considerado muito pequeno, pela inexistência de leis que regulamentem e exijam a utilização eficaz. Por exemplo, na indústria automobilística a exigência para a velocidade máxima de propagação do fogo nos revestimentos internos é de 80 mm/min. nos países desenvolvidos; esta exigência no Brasil, pelo Contran, é de 250 mm/min. Tenho assistido a inúmeros vídeos de veículos pegando fogo. Normalmente um carro popular quando inicia a chama na parte frontal do veículo leva aproximadamente 3 minutos para atingir sua parte interna (painel) e mais 4 minutos para concluir toda a combustão interna, ou seja: após 7 minutos o tanque já está em combustão. Estatísticas de Incêndios no Estado de São Paulo Corpo de Bombeiros Automóveis = 76 % Outros = 24% Fonte: A importância do Extintor veicular Nonos Prevenção Online Quanto à resistência a colisão o Brasil todo já conhece o CRASH TEST e são poucos que cobram melhorias das performance quanto à preservação estrutural e/ou mesmo reforços estruturais e projetos mais seguros. Compra-se automóvel por beleza, luxo e design, etc., mas não se compra pensando em segurança. JORGE ALMADA, engenheiro, Cuiabá/MT
[email protected] Doutora avalia que nova lei não vai aumentar consumo Muito bem, a lei é muita boa. Entretanto, a professora-doutora não sei se algum dia pisou em uma sala de aula com jovens problemáticos e usuários de drogas para saber realmente como lidar com a situação. Não só a escola, mas toda a sociedade, deve fazer parte deste que sem sombra de dúvida é um problema de saúde pública. Será que a família muitas vezes não é que tem vergonha ou preconceito para lidar com o caso das drogas, mas em muitos casos se vê só para lidar com o problema. Não vejo mal algum em lidar com dependentes químicos, pois leciono muitas vezes para alunos com algum problema de dependência química. Segundo a doutora, preparar o professor melhor em que aspecto, o que a escola faz é, sim, encaminhar à família e para os órgaõs responsáveis. Mas a pergunta fica no ar: como assim preparar melhor os professores, em que aspecto? Afinal, somos educadores! ROBSON FERREIRA DA SILVA CARVALHO, professor, Cuiabá/MT
[email protected] Dengue sem controle Meu Deus, senhor Oberdan, passados cinco dias nasceram novos mosquitos. É devido a isto a necessidade de aplicar o "fumacê" e repetir as aplicações, por que as formas imaturas (ovos, larvas em desenvolvimento e pupas) seguirão seu curso natural de desenvolvimento. O senhor já ouviu falar nisto??? Preste atenção em minhas orientações: eu estudo e pesquiso insetos vetores patogênicos!!! Faça o serviço corretamente. Para isto o senhor é pago, e muito bem pago! Será que o "fumacê" está sendo aplicado corretamente? Deve ser usado o produto correto (Malathion/Fenitrothion, adicionado ao óleo, na velocidade e horário certos, com intervalos entre 7 a 10 dias entre uma aplicação e outra, durante três meses, na cidade toda! Se o senhor oberdan não fosse tão arrogante e pretensioso, muitas mortes teriam sido evitadas! Ele é o responsável por toda o Mato Grosso e deve tomar as providências para evitar a epidemia que vem chegando! Estes inseticidas que citei são fornecidos pelo governo federal, basta solicitar e fazer o serviço corretamente! BEATRIZ ANTONIETA LOPES, bióloga - graduada pela UFMT, especialista em entomologia médica Fiocruz-RJ, Rondonópolis/MT Desrespeito ao servidor Também tenho saudades do Yuri Bastos! O que se passa, não sei, mas, que está havendo descaso conosco, está! Principalmente devido ao desconto em folha para manutenção do plano ocorrer regularmente. Até a setembro de 2011 eu tinha orgulho do plano, pois consultava pelo site do MT Saúde na especialidade de que estava precisando, agendava e a autorização a rede credenciada fazia rapidamente, quando eu chegava ao consultório. Tudo pelo site (sem nos expor aos demais pacientes). Fazia até inveja a quem tinha plano da Unimed para os quais a autorização era via telefone. ROSANGELA ZARETTI, professora, Nova Guarita-MT
[email protected] MT lidera exportações Mato Grosso se firmou definitivamente como maior exportador no ramo agronegocio do Brasil. Com todo merito, pois representa a capacidade empreendedora da gente brasileira, pessoas que acreditam no futuro e trabalham duro, gerando riquezas para toda a nação. Parabéns, povo de Mato Grosso. JOSE DE ANDRADE VALE, economista, Cuiabá/MT
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