Em 1984 me mudei de Minas para Mato Grosso, Cuiabá, onde permaneci até 2002. Nesse período pude acompanhar o empenho da família Campos em prol deste lindo Estado. Duvido muito que um homem honrado como o dr. Júlio Campos se envolva com esse tipo de negociata. Pago pra ver! JOSÉ APARECIDO DE MACEDO SOARES, professor aposentado, Cuiabá/MT
[email protected] AL retoma debate sobre MT Saúde Enquanto isso, milhares de famílias de servidores públicos estão desamparadas quanto ao atendimento do plano de Saúde chapa- branca! CARLOS ALVES DUTRA, comerciante, Cuiabá/MT
[email protected] Moradores voltam a sujar terreno Cobramos muito os serviços a que temos direito, pois pagamos impostos e elegemos, porém.... não fazemos nossa parte... Cabe nessas situações multas, ate prisões, já que educação e consciência faltam. ROSEMIL BOTELHO, gerente, Cuiabá/MT
[email protected] MP pede cassação de Pinheiro e Haroldo O Brasil é um país do faz-de-contas. Tudo aqui é pra inglês ver. Até parece que vão ser cassados... Chega a ser hilário... MOISES C. DE MELO, engenheiro, Cuiabá/MT
[email protected] Oito boates funcionam sem alvará O acidente de Santa Maria que ceifou a vida 231 brasileiros mostra e denuncia a fragilidade das ações dos ocupantes dos poderes constituídos. A organização social está pedindo socorro. O grito dos jovens, garotos e garotas de Santa Maria ecoa por todo o mundo denunciando as irregularidades. Aos brasileiros que ainda não perderam a capacidade de se indignar, cabe expressar a revolta pela perda, o inconformismo, e mostrar que outras famílias estão correndo os mesmos riscos. Centenas de outras instalações onde se reúne elevado número de pessoas, em todo o Brasil, precisam, urgentemente, passar por análise crítica, por representantes de entidades da sociedade que tenham poder de impedir que nossos semelhantes desavisados possam sofrer consequências trágicas. Estamos construindo estádios de futebol, edifícios, estações de embarque e desembarque de passageiros, pontes, e muitas outras obras de utilidade humana que não podem oferecer risco, sob pena de sua inviabilização. É o que o povo brasileiro espera. Os técnicos considerados com idoneidade devem fazer prevalecer suas opiniões, e ser respeitados, contrariando interesses econômicos que muitas vezes ditam a regras. As tragédias têm sempre na sua origem causas conhecidas. A lei da causa e efeito é observância obrigatória quando se trata da segurança humana. ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT
[email protected] *** Precisamos que sejam divulgados os nomes das casas noturnas que estão irregulares. A população merece saber para evitar frequentar as mesmas, e até mesmo impedir que seus filhos jovens frequentem. Merecemos mais proteção e segurança. A não divulgação está dando cobertura aos irregulares. MARIA ANDREA FERREIRA, Cuiabá/MT
[email protected] Prefeito não descarta aumento É tão bom pagar conta com dinheiro dos outros, do contribuinte, é claro... Será que nas empresas do atual prefeito ele concede aumento de salário antes de vencer o primeiro mês de trabalho? Ou faz contrato de experiência? O contrato de experiência é uma modalidade do contrato por prazo determinado, cuja finalidade é a de verificar se o empregado tem aptidão para exercer a função para a qual foi contratado. Caso esse aumento seja efetivado, qual o índice será usado; IGPM, IPC, etc.? Os funcionários públicos também terão direito a esse aumento com o mesmo índice dos secretários? Viva a Roma Antiga, viva a Cuiabá Moderna governada no estilo da Roma Antiga... Na Roma Antiga havia, além dos patrícios e clientes, a plebe (do latim plebem, multidão), que formava um mundo à parte. Os plebeus habitavam o solo romano, sem integrar a cidade. Como acentua Bouché-Leclercq eles tinham o domicílio, mas, não a pátria. Eram homens livres, podiam possuir terras, pagavam impostos e prestavam serviços militares. A diferença entre patrícios e plebeus era marcada por barreiras de tabus extremamente exclusivas. Em princípio, os plebeus não possuíam direitos políticos nem civis. Hoje pagos impostos, 1 trilhão somente para o governo federal. Como a Roma Antiga, não temos saúde, educação, segurança, lazer, etc... No período monárquico (da Roma Antiga), os plebeus não eram considerados cidadãos, portanto não tinham direitos políticos, não podendo nem formar famílias legalmente reconhecidas. Serviam ao exército e trabalhavam como artesãos, agricultores e comerciantes. Viviam ameaçados pela escravidão por dívidas e tinham que pagar altos impostos. Tudo isso no século III (a.C.) e hoje, século XXI, continua a mesma coisa... De um lado, o rei e os amigos do rei, a minoria; de outro, os plebeus, a maioria escravizada pela minoria há milhares de anos. Sempre no mesmo estilo de governar, de vez em quando se distribui pão e circo pro povo; com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma. A escravidão gerou muito desemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos. Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida. Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo. Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu de Roma), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta. Hoje temos o Bolsa Família, bolsa não sei o quê e por aí vai... Quanto gastaremos no Carnaval cuiabano? 50 mil, 60, 70, 80? E o patrocínio pra Mangueira do Rio de Janeiro? 3 milhões, 4, 5, 6, 7? E o enredo; Cuiabá: Um paraíso no Centro da América. Só se for um paraíso pros políticos, pois ao povo falta muita coisa. Lamentável! LEO SANTOS, Cuiabá/MT
[email protected] Oito boates funcionam sem alvará Por que não citam os nomes dessas boates, que estão em desacordo com a Lei? Vocês, da imprensa, querem proteger a quem??? Caso haja alguma tragédia igual à de Santa Maria vocês colocarão em suas chamadas Isso era uma tragédia anunciada??? ou a reportagem já tinha anunciado que poderia acontecer e nossas autoridades não tomaram providencias???. JORGE JOSE HADDAD, empresário, Cuiabá/MT
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