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ARTIGO
Quinta-feira, 19 de Junho de 2008, 21h:45

LEITOR

Walter Rabello sofre derrota no TSE “Se as praticas de moralidade e organização das atividades públicas e partidárias resolve os casos mais sérios deste país, seria notavelmente bom e digno de respeito às instituições desta nossa sociedade. Pena que cortam de um lado, mas não sangram de outros que precisa e urgentemente para o bom e edificante resultado de desenvolvimento das organizações da nossa estrutura de governo. Lá vai um, e outros como Francisca Nunes, Roberto França e outros (no caso aposentadoria do quase vereador Sivaldo Dias Campos. Que sem estrutura tomou posse e três meses depois foi aposentado pela Câmara Municipal de Cuiabá e aval da prefeitura e dando posse ao vereador Domingos Sávio). Senador Renan Calheiros que sai de cena e mantido no cargo. Entre outros...” ALBERTO ARAUJO, estudante, Cuiabá/MT [email protected] *** “É lamentável, que a educação do país chegue ao ponto de criar pessoas sem as mínimas condições de votar e que ainda se algorem de ser defensores de políticos do nipe do elemento em questão, pois pelo visto na discussão ainda existem ‘inocentes úteis’ neste país.” LUIZ MARAN, supervisor, Cuiabá/MT [email protected] *** “Uma atrocidade jurídica, uma aberração e afronta contra nossa ‘democracia’ - tirar o mandato de um parlamentar pelo simples fato de deixar uma agremiação partidária é no mínimo uma decisão tirana - tal prática se tornou costume e, sem uma legislação específica votada para este fim - de repente entendimentos de pseudo-técnicos do Judiciário resolvem por pura e inegável perseguição pessoal tirar o que é de mais precioso no Estado Democrático de Direito ‘mandato parlamentar’ - pena que esses pseudo-juízes nunca se aventuram em uma eleição, aliás, deveria ser requisito para ser juiz eleitoral, mesmo porque, é um entendimento nanico que em nada contribui com a estabilidade democrática. Fico indignado com tamanha injustiça.” VILMAR DO CARMO ADORNO, estudante, Cuiabá/MT [email protected] *** “Fico estarrecido com essa nossa justiça. Cassar o Walter Rabelo por suposta compra de voto, se foi comprovado, é correto. Mas essa mesma justiça mantém no cargo políticos com faltas mais graves que a do Rabelo, como desvio de milhões de reais pela Chica Nunes na Câmara de Cuiabá; recebimento de propina através do Mensalão, do Pedro Henry, etc. O que acontece com essa mesma justiça que é parcial? Mais sujo e degradante que o suposto crime praticado pelo Walter Rabelo é o crime repugnante de desvio de dinheiro que poderiam estar salvando vidas no pronto socorro, nas policlínicas, na segurança, etc. Noi entanto, esses que cometeram essas atrocidades, estão aí, no cargo, rindo da cara de nós, cidadãos honestos e por eles considerados como trouxas por estar escrevendo isso. Cadê você, Justiça? Cadê você, Ministério Público? O que existe por trás dessa decisão de manter os mais sujos e derrubar quem cometeu um crime que não afetou os cofres públicos, e que ao contrário, dos roubos, deve ter ajudado, naquele momento, a matar a fome desse povo pobre da periferia e esquecido pelos governantes? Não estou dizendo que isso é legal, mas imoral é a justiça parcial na resolução de casos envolvendo políticos.” PAULO C. SILVA, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] Silval, o reservado articulador do PMDB “Acredito que agora mais do que nunca o PMDB tem por obrigação e moral partidária de lançar candidatura própria em 2010. Tem que já formalizar um projeto próprio e certamente o nosso candidato natural a governo de MT e o vice-governador.” DULCEMAR G. DELGADO, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] PMs homossexuais revelam perseguição “Vida pessoal, intimidade é problema da pessoa e preservados pela (Const. Federal, art.5, inc. V, X), agora devemos preocupar com a corrupção, a imoralidade com a ‘coisa’ pública, isso sim. Tais atitudes, por parte de corporação ou instituição, demonstra despreparo em lidar com a democracia e os princípios que virtua a ela, é hora, de evoluirmos.” HELENA MIR, advogada, Cuiabá/MT [email protected] Pancadaria: reflexo de pouco compromisso “Na história, normalmente as ações de hoje levam alguns anos para que seus reflexos comecem a ser notadas pelas pessoas. Quando foi aprovado o Estatuto da Criança e do Adolescente (vulgo ‘ECA’!) no início dos anos 90, podia-se perceber que cedo ou tarde suas conseqüências chegariam até nós. Quero deixar bem claro que não sou contra os direitos de ninguém, muito menos apologista de trabalho infantil ou de castigos desmedidos. Mas, precisamos deixar um pouco a hipocrisia de lado e pensar seriamente no assunto. Desde que o mundo é mundo, as pessoas vão crescendo e paulatinamente também vão aprendendo o valor das coisas, a batalhar pela sua sobrevivência... e não conheço outra forma melhor para isso que o trabalho. As pessoas acima dos 30 anos certamente viveram essa realidade: estudar e trabalhar também, dentro das condições ‘especiais’ que requer um adolescente. Que mal há em dividir o tempo entre estudos, brincadeiras e trabalho (desde que não exploratório)? Mas, não: enquanto pais e mães têm jornadas de trabalho duplas ou triplas, os adolescentes vivem no bem bom: só podem estudar e brincar! Agora me digam: como e com quê brincam nossas crianças e adolescentes de hoje? Boneca, carrinho? Ha, ha, ha... Com todo tempo do mundo pra não fazer nada, é isso que vemos e que a imprensa vive a noticiar. Passo todos os dias cedinho pela Praça Alecancastro a caminho do trabalho. E o que vejo? Dezenas de alunos de escolas públicas devidamente uniformizadas em animadas rodas de ‘conversa’... digo ‘conversa’ para não chocar nossos leitores com o que de fato eles estão fazendo! Se esses rapazes e moças estivessem ocupando seu tempo ocioso com pequenos trabalhos, estariam não só conhecendo o valor material das coisas que querem como não teriam tempo pra fazer arruaças, entre outras coisinhas indesejáveis! Não está na hora da sociedade discutir com maturidade a questão? Vamos continuar nos apoiando num Estatuto burro que só prevê benesses e nenhuma obrigação? Aliás, me pergunto para quê temos uma Constituição, já que este é o país governado por estatutos: do índio, dos jovens e adolescentes, do idoso... não dá pra termos um Estatudo dos Flamenguistas no qual ficaria terminantemente proibido que outros times ganhassem do Flamengo?!” NATAL SANTANA, educador, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16967




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