Parabéns meu amigo Neurozito por mais este trabalho de resgate de nossa história, assim como fez com o resgate do LP do Jacildo e seus Rapazes, do qual, com grande orgulho, participei do evento. Um grande abraço. LUIZ TERCIO M. SILVA, Engenheiro, Cuiabá/MT
[email protected] *** Tive a oportunidade de conhecer o Sayonara. Foi um clube de primeira qualidade. Saudades, sou mineiro de chapa e cuiabano de cruz. MARKIM PINHEIRO, Empresário, Patrocinio/MG
[email protected] *** Sou filha do juiz de futebol Civis das Neves Rodrigues, que frequentava seu clube com minha mãe e amigos. Neurozito, se ele fosse vivo garanto a você que estaria te parabenizando. Parabéns pelo seu livro, meu pai nunca me levou na Sayonara porque eu era menor. ELENIR RODRIGUES MOGENO, pedagoga, Cuiabá/MT
[email protected] Valtenir diz que sua assinatura sofreu alteração Esse Senhor Deputado Valtenir não para de tentar derrubar seus desafetos. Se não assinou o documento, então porque não abriu a boca anteriormente, no momento do registro? Será que não tá conseguindo levar nenhuma vantagem, então partiu pra essa nova tentativa? Será que não assinou ou assinou de forma diferente ou ainda assinou papel em branco, para depois alegar fraude e tentar negociar? Tudo é possível, partindo de um personagem cuja atuação tem como sustentação o cinismo, a hipocrisia, a falta da verdade, o oportunismo, a anti-ética, etc. Aguardem e observarão a que propósito esse deputado vai exercer seu segundo mandato. APOLINARIO GENTIL USKNOV, comerciante, Primavera do Leste/MT
[email protected] Agência de Denise invadida por quadrilha O que na verdade existe de concreto em todas essas operações realizadas por esses bandos de marginais, é uma total sintonia entre bandidos e pessoas externas que alimentam esses marginais de informações precisas, dão a logística exata e cobertura para a fuga. Não se admite em hipótese alguma, que esses roubos aconteçam e os bandidos saiam impunes. Está na hora de investir mais no serviço de inteligência dos órgãos de segurança no Estado de Mato Grosso. MOISES BISPO DOS SANTOS, repórter, Arenápolis/MT
[email protected] Extra em Cuiabá Nossa, isso não é bom, e sim maravilhoso, esse imóvel antes só trazia muitos transtorno para a nossa cidade. Todos os anos sofria ação de fogo, era horrível, quando não era fogo eram muitas sujeiras, todo tipo de incômodo e desconforto para a cidade, especialmente para os moradores vizinhos. Agora só alegria, muitíssimo bom para a sociedade mais concorrente, mais baixos os preços. Parabéns, nossa cidade merece. VERÍSSIMO LEMES DO NASCIMENTO, Servidor público Municipal, Cuiabá/MT
[email protected] Flanelinhas, quem fiscaliza? Nasci na década de 1970, e sei que na década anterior existiu o 'DJ', delinquente juvenil, que nos anos 70 tornou-se, a grosso modo, o trombadinha, cristalizado no famoso filme Pixote - a lei do mais fraco, de 1981, inspirado no incipiente fenômeno social. Porém, era apenas a ponta do iceberg que se prenunciava, visto que, dos anos 80 aos 90, surgiu a famosa figura do menino de rua e do morador de rua, trombadões por opção de certa forma, pois uma maioria deles viu na vida da rua uma possibilidade de viver como párias modernas de nossa sociedade ocidental, numa existência invisível aos olhos da maior parte da sociedade. Da simbiose entre jovens delinquentes e adultos marginalizados surgiu o flanelinha, uma reação pelos anos de indiferença ao problema social, potencializados em sua maior parte pelo consumo de drogas e bebidas alcoólicas. O flanelinha inicialmente limpava os vidros dos carros e depois tornou-se um pedinte incômodo nos semáforos e estacionamentos das cidades. Outro fermento para o cozimento dessa torta social foi a decadência das políticas públicas de educação e emprego, que fez agregar a essa nova força de trabalho urbana os que não conseguiam inserção no mercado de trabalho formal. Essa mistura é como nitroglicerina ou Trinitrotolueno (TNT) que precisa apenas de estímulo para explodir em violência, que por sua vez é voltada contra aqueles que o estado deveria proteger e defender, os cidadãos cumpridores de seus deveres e alijados de seus direitos. Estarrecidos vemos que o que ocorre é o contrário, devido, principalmente, à leniência dos poderes públicos que perde e cede o espaço público aos elementos que se denominam guardadores ou flanelinhas, e que pautam suas ações como sequestradores do espaço público, utilizando para seus fins táticas ameaçadoras e violentas para intimidar e extorquir o dinheiro para sua necessidades, sendo que em sua maioria o faz para consumo de drogas e bebidas. O alemão Bertolt Brecht deixou uma reflexão social em seu poema Da Violência: Do rio que tudo arrasta se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas As margens que o comprimem. Mais uma reflexão no poema Quem é teu inimigo?: O que tem fome e te rouba o último pedaço de pão chama-o teu inimigo. Mas não saltas ao pescoço de teu ladrão que nunca teve fome. Poemas que levam à reflexão de problemas sociais como o do flanelinha, visto que o primeiro motor para iniciar o problema é o consagrado pelo mesmo poeta no famoso poema O Analfabeto Político: O pior analfabeto é o analfabeto político.(sic) Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado e o pior de todos os bandidos: O político vigarista pilantra, corrupto e lacaio(...) - Esse último é o verdadeiro responsável pelo atual caos urbano de nossas cidades, no qual os cidadãos trabalhadores vivem achacados pelos ditos flanelinhas. Dificilmente sairemos das mãos dos flanelinhas a não ser que primeiro elejamos políticos compromissados coem amenizar os problemas sociais, que ainda haverá de ter uma nova versão nessa década, quem viver verá. FLAVIO BENEDITO DE SOUZA, Funcionário Público, Cuiabá/MT
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