Essa Ipas não é a mesma organização que fornece equipamentos para a realização de aborto no mundo, e não é a mesma que atualmente ministra cursos de prática de aborto pelos hospitais brasileiros, não é a mesma que investe e administra clínicas de aborto pelo mundo, e não é a mesma que levanta a bandeira a favor do aborto dizendo ser um bem para a saúde da mulher, quando na realidade existe capital estrangeiro de interesses escusos para controle da natalidade. Precisa ver se não querem fazer desses hospitais que estão tentando administrar, verdadeiros matadouros. SILVIA MARIA FRANCESCHI, Artesã, Cuiabá/MT
[email protected] *** Eis um assunto em que posso dar uns pitacos. Sou funcionário público da SES desde 2003, ou seja, novato, se contra aposentadoria compulsória por prazo de validade vencido: 70 anos em setembro. Apenas oito anos de serviço público mas, na minha área, contábil, deixei minha marca, tanto que, descobriu-se há alguns meses que, com a minha aposentadoria, não existe nessa área - incluída aí Economia e Administração, que têm o conhecimento contábil - ninguém, notaram, ninguém que saiba dar continuidade a esse trabalho que, em cada intervenção poupa milhares, até milhões de reais aos cofres públicos quando de suas repactuações/ revisões/reequilíbrios de contratos, mormente de prestações de serviços. Apenas um humilde preâmbulo, mas, ao assunto: A SES tem funcionários na área administrativa saindo pelo ralo - estudo que fiz há alguns anos, tudo planilhado por setor e função que levou, inclusive a suspensão de mais um pretendido concurso, tamanha a seriedade do estudo - muitos com especializações bancada pelo Estado e sem o devido aproveitamento e, por duas razões: Primeiro, que os cargos de mando e comando vão sempre para os afiliados políticos, ou seja, quanto maior o Q.I. maior seus poderes e regalias, sendo competência apenas um detalhe. Segundo, a apatia desses servidores quanto a exigirem seus direitos, estatutários, inclusive, levando a que, por vingança deixam de prestarem serviços de qualidade ou, quando não, produtividade, confirmando a pecha, nada agradável, de funcionário público e, por pior, pela produtividade, alguns - e não só da SES - na iniciativa privada não ganhariam nem 1/3 do que ganham. Para completar, os afiliados políticos, seus chefes são os que, realmente, tem um custo benefício próximo de zero. E os terceirizados, camuflados em cargos e/ou funções que, de outra forma iria contra o Estatuto do Servidor? Tudo isso é um forte(?!) argumento para justificarem seus comportamentos. Ética? Cada um tem/faz a sua. E a área médica? Ganham pouco ou é a remuneração justa (+ que) pela qualidade de seus serviços, em atenção e conhecimento, para não dizer respeito aos pacientes, os verdadeiros pagadores de seus salários, via impostos. Por que temem as O.Ss.? Porque estariam sujeitos à administração de um empresa privada que lhes exigiram, além de qualidade e produtividade dos seviços, também, responsabilidade de horário? Conheço uma O.S., que atuou em Brasília. O Hospital por ela gerido era modelo de gestão, mas política atual, de lá, descartou-a, para pendurar os novos inquilinos do poder. Fiz para essa empresa uma Planilha de Custos e Formação de Preços para serviços de limpeza hospitalar, 12% menor dos que utilizam aqui, embora que quando, e se, caem em minhas, as descaracterizo. Traduzindo: Economia, pois as O.Ss. são sem fins lucrativos para efeitos tributários e, não necessariamente que não busquem o lucro, só que este - considerando a instituição séria - será para reaplicação em seus fins, ou seja, filantropia, sem o que perderiam a razão de existir. Aos que se aborreceram com este comentário uma sugestão: Por que as duas áreas - administrativa e de saúde, propriamente dita, inclusive os afiliados e terceirizados; os competentes que, claro, existem - não fundam uma O.S., assim resguardariam seus direitos de funcionários públicos e prestariam um serviço de qualidade a seus usuários. Que tal? Para analisarem contratos, contem comigo, mesmo aposentado. Pensem nisso, sem mágoas nem rancores. Quem sabe um modelo a ser difundido?! JOÃO GALDINO DE MEDEIROS Economista, Cuiabá/MT
[email protected] Polícia Civil apreende 1,5 mil óculos A culpa é dos próprios lojistas que aliados ao eterno descaso das autoridades incompetentes permitem que camelôs e outros oportunistas transformem este delicado ramo em uma futura fábrica de deficientes visuais. No último final de ano assisti um indivíduo montar uma placa de isopor com uma infinidade de óculos para sol e receituários com grau, a 10 metros de uma conceituada ótica, que reclamou com as autoridades incompetentes, que só faltaram cantar aquela famosa música do Tô nem aí. Depois neguinho se queixa que ficou quase cego e o governo que está gastando muito com a saúde visual do povo. Pior cego é aquele que não quer ver. CLAUDIO NICOLAE, empresário, Curitiba/Pr
[email protected] Precariedade marca carros da Sol Bus Temos que agradecer a Deus por essa empresa sair de circulação. Já estava passando da hora. Mas que não venha outra com ônibus reformados e dizendo que são novos. Os usuários não são mais idiotas de acreditar nessa embromação. MARIA DE JESUS, Assistente Social, Cuiabá/MT
[email protected] *** A matéria retrata muito bem o descaso do transporte coletivo das duas cidades e, pelo andar das coisas, vai ficar pior porque com a implantação de um novo modal BRT, VLT ou MONOTRILHO não creio que as empresas que operam atualmente vão investir em melhorias; irão enrolar até a definição. A matéria também não cita qual a empresa que assumiu o lugar da Sol Bus, e o seu conteúdo não possibilita ao leitor visualizar qualquer melhoria para quem utilizar as linhas, apesar de na chamada constar que teremos nova frota a vista. Se levarmos em conta o comentário do Dyego em que ele diz que foi a Norte Sul que substituiu a Sol Bus no Tijucal, não vai mudar nada. Mas isso é mera suposição. LUIZ ORLANDO MALICHESKI, Bacharel em Administração, Cuiabá/MT
[email protected] Saem Atacadão e Parque Será que a prefeitura vai comprar a rua de volta? Aquela que foi vendida para o Atacadão. LUCELIO COSTA, Func. Público, Cuiabá/MT
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