O problema é que esses flanelinhas não querem saber de trabalhar, pois quem quer realmente trabalhar nem precisa de programas do governo. Eles gostam mesmo é da vida loka como eles mesmos dizem, que levam. As autoridades precisam parar de passar a mão na cabeça de bandido. Todo mundo se preocupa com esse tipo de gente e eles não estão nem aí pra gente. Matam pais de famílias por um cigarro de maconha ou uma pedra de crak. Infelizmente a questão é o tipo de educação que tem, ou que não tem, esses jovens. Concordo quanto ao fato de motoristas que pagam essas pessoas para cuidarem de carro estarem contribuindo indiretamente com o tráfico de entorpecentes. Mas temos que pagar, senão temos um prejuízo ainda maior. E quem evitará que tenhamos tais prejuízos? Aliás, acho até que a população deveria fazer um cadastramento de todo bandido que tem na cidade e começar a pagar o vício de cada um. Acho que essa medida garantiria que sofrêssemos menos com a violência que tá virando uma verdadeira epidemia e as autoridades parecem não se dar conta disso. MARCOS MENEZES, Cuiabá/MT
[email protected] *** Senhores, que demagogia... Todos sabem que esses guardadores são na imensa maioria, vagabundos viciados. Até parece que vão querer aprender uma profissão e pegar no pesado, se podem ficar sem fazer nada na rua o dia inteiro e ainda extorquir dinheiro da população. Quero até ver como vai ser na tal copa do pantanal. Absurdo total, cadastrar bandido!!! Esse nosso poder público arruma cada uma.... JOAO TERTULIANO, Cuiabá/MT
[email protected] *** Cadastrar os moradores de rua, além dos ditos flanelinhas, para controle das estatísticas é corretíssimo, mas, é preciso muita calma e clareza nos objetivos dessas ações. Primeiro, o estado não pode permitir que terceiros, sem licitação, façam do espaço público: logradouros, ruas, avenidas e suas respectivas calçadas, uma propriedade particular, mesmo que temporária. Esta atividade é ilegal, visto que, salvo melhor juízo, o estado está antes de tudo se esquivando de suas premissas básicas: segurança à propriedade privada e direito de ir e vir de seus cidadãos legais. Segundo, é uma falácia cadastrar para legalizar, pois antes de tudo é uma prova de que os poderes investidos no estado não estão sendo bem utilizados por seus executores, o cadastro parece mais uma tentativa de monitoração dos possíveis futuros retratos falados que surgirão de qualquer maneira, pois o cadastro não visa coibir os crimes, mas saber quem os cometeu. Por fim, há um erro ao colocar a Polícia para cadastrar, o que não é sua responsabilidade constitucional, pois se sabe que polícia combate crimes e não fomenta empregos e nem planeja atividades econômicas de claríssima responsabilidade do estado. O correto do uso da polícia é assegurar a segurança dos assistentes sociais e funcionários públicos da secretaria responsável pela tentativa de ressocializar os flanelinhas, dando a oportunidade para que eles saiam das ruas e busquem empregos de verdade, a única chance que possuem de sair da vida que ora levam. FLAVIO BENEDITO DE SOUZA, Funcionário Público, Cuiabá/MT
[email protected] Cáceres não merece Tenho parentes e amigos em Cáceres, onde já morei e sempre visito, e venho parabenizar o jornalista Mário Marques pelo desagravo que ele fez, através do Diário de Cuiabá, a toda sociedade cuiabana. O Diário por sinal, é um jornal bastante lido e querido em Cáceres. JOACHIM CATRINE FERNANDEZ, Representante Comercial, Cuiabá/MT
[email protected] Relatório de Rabelo esquenta debate em MT Novo Código Ambiental. Passou da hora de extinguir esse código florestal. Este código esdrúxulo e arcaico deixa 98% das propriedades fora da lei. Ora, se ninguém consegue se adaptar a ele, é evidente que tem que ser extinto. Os ambientalistas sempre meteram o dedo na legislação, tornaram as normais impossíveis de serem cumpridas, criminalizaram todo mundo, criaram multas confiscatórias, um monstro. Diante disso, é necessário começar tudo do zero, para que no futuro realmente tenhamos um ambiente saudável. Jamais devemos esquecer que o homem faz parte do ambiente e o proprietário rural é o maior interessado em conservar os recursos naturais. Brigar com o homem do campo é o mesmo que pedir para o meio ambiente acabar, é ele o maior guardião da floresta e das águas. O Governo não consegue nem cuidar das favelas, jamais conseguirá cuidar da Amazônia. MARIA IZABEL DOS SANTOS, Dona de casa, Cuiabá/MT
[email protected] *** Antes de falar em internacionalização, vejam quem está por aqui! Multinacionais do setor de alimentos que já dominam nossa produção, abram o olho!! ADM - USA. Cargil - USA. Bunge - ARG. Unilever - HOL. De onde é a John Deer e a Bayer? Será que ainda temos espaço na Amazônia mato-grossense? De fato, temos que pensar em internacionalização? Ou é apenas a força do mercado. ALEXANDRO RODRIGUES RIBEIRO, economista, Cuiabá/MT
[email protected] O peso de ser presidente do Tribunal O ilustre repórter foi econômico nas perguntas. O douto Presidente, como bom mineiro não arrisca nada, não se compromete. Como justifica o recente caso envolvendo Manoel Ornellas naquele caso da criança sem pai? O Juiz que deu a sentença - não é desvio de conduta? Ou não sabe do que vem ocorrendo no próprio TJ com decisões, todos os dias - ainda - vendidas e compradas? O pior cego é aquele que não quer ver. É só dar uma passada pelo levantamento de dinheiro depositado nas contas únicas que, ali, verá a ponta de um grande iceberg- a grana depositada, para ser levantada paga-se pedágio para alguém julgador. A única solução é fechar a casa, e recomeçar, sob uma ordem de que quem cometer desvio de conduta deverá ser sacrificado suicidado - como no Japão, ou cortadas as mãos, como no Islã. Dos 220 juízes e 21 desembargadores, não sobra dez por cento que possa passar sobre a ponte da honestidade. Por último, e este grupinho que está nascendo, composto por Ornelas e Teomar? Vai crescer? Com certeza. O ego destes semideuses é maior que suas virtudes. Rezemos ao Senhor! SILVIO FREIRE, advogado, Cuiabá/MT
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