Criticar, discordar, questionar, apontar erros e sugerir medidas... Tudo isso faz parte da velha e boa democracia, aliás, é essencial à ela! O que eu não concordo, é a crítica de alguém que se diz intelectual, pelo fato de ter assumido publicamente a defesa de um dos lados. Se eu faço críticas como cidadão, livre, independente, é um coisa. Como militante, alguém que assumidamente está do lado oposto do(s) criticado(s), aí muda de figura. Isso tira a credibilidade de quem critica. Torna-se apenas a opinião de um torcedor e não opiniões de um comentarista! NATAL SANTANA, Educador, Cuiabá/MT
[email protected] *** Quero aqui parabenizar o jornalista Enock Cavalcante, pela matéria intitulada: Eduardo Póvoas x Wilson Santos, quando ele lembra que Eduardo é filho do historiador Lenine de Campos Póvoas, ilustre cuiabano, professor e historiador, e que merece incontestável credibilidade. Logo, tenho plena convicção de que o legado de honestidade honradez e moral que ele deixou aos seus filhos, Eduardo, Aloísio e Maria Helena, estão hoje solidificados no seio da sociedade cuiabana, por mais de cinquenta anos,o que nos deixa folgados para avaliar as críticas e opiniões sobre a matéria em questão. MANOEL DE AQUINO FILHO, médico veterinário, Cuiabá/MT
[email protected] Violadores de relógio são presos Certamente além da Rede/Cemat quem paga pelos roubos de energia elétrica são os consumidores que quitam suas contas em dia. A cidade está cheia de gatos. JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT O peso no trânsito Parabéns pelo artigo. Compartilho de tudo que foi escrito e acrescento que o dinheiro da compra dos maquinários provém dos contribuintes, ou seja, nosso dinheiro. Além dos transtornos causados no trânsito já caótico, vale mencionar o enorme montante gasto com mídia para propagandear a campanha política disfarçada. Onde está o MP? LUIZ AUGUSTO VICTORINO ALVES CORRÊA, administrador, Cuiabá/MT
[email protected] Valtenir faz incursão com Mauro Na condição de eleitor, só tenho preocupação com a aproximação do PDT, de Otaviano Pivetta, sabendo que o referido partido, ou melhor dizendo o dirigente maior não tem projetos políticos. O único projeto do deputado Pivetta, é conseguir outro mandato e quorum e livrar das citações das máfias das Ambulâncias (Sanguessuga) e claro de uma eventual prisão, sabendo o Deputado que ele não tem nem o ensino fundamental e se for preso conforme prevê a Lei ele em caso de ser preso será encaminhado ao Presídio Central (Pascoal Ramos). Para que o leitor desta matéria entenda é que onde o PDT, de Pivetta manifestarem apoio perderá força ou melhor dizendo alguns milhares de votos. Seria uma decisão sabia e honrosa do deputado Pivetta, se o mesmo não disputasse as eleições esse ano e também desse uma satisfação satisfatória a população mato-grossense. E reafirmando com propriedade nas minhas escritas, que não deve não temem a nada. Exemplo bem claro foi o do deputado Maurício Rabelo/TO. Renunciou a candidatura passada para esclarecer a população do seu estado. VALDECI SANTOS DE PAULO, operador de produção, Várzea Grande/MT
[email protected] Estrelas do Mixto fracassam e time acaba sendo goleado Que vergonha... Mas isso é para esse pessoal que comanda o Mixto aprender que nome não ganha jogo. Futebol não se faz com estrelas que já não brilham mais. Fracasso à vista... só badalação. Futebol, que é bom, nada. HERNANE DE LIMA FREITAS, servidor público, Cuiabá/MT
[email protected] Projeto pode acelerar leilão de bem arrestado Pois é... Projetos existem, e muitos são excelentes, como esse da senadora Serys Slhessarenko, que já se arrasta a 04 (quatro) anos. (uma senadora... calcule nós, reles mortais). Nossos representantes, sejam, eles: judiciários, executivos ou legislativos, são assim mesmo, andam a passo de tartaruga, se é que podemos chamar de passos, acho mesmo que eles rastejam. Não existe comprometimento com nada, quer ver só um exemplo bem próximo? Os juizados especiais, criados para resolver com mais cerelidade questões de pequeno porte; levam anos para apreciar e sentenciar um processo, salvo exceções, com todo respeito aos Magistrados (pouquíssimos) e aos gestores que fazem jus aos cargos que ocupam, outros sequer consegue delegar responsabilidades aos seus subordinados, que encobertos por divisórias fechadas, sentam em cima dos processos, folheiam revistinhas de cosméticos etc. Duvida??? De uma volta na central dos juizados ali na av. do CPA. É a Treva, pra não dizer outra coisa. Só Deus mesmo por nós. SILVANA MAURA, Cuiabá/MT
[email protected] Funcionalismo Quem vê o fim de festa que está se tornando o governo Blairo Maggi, principalmente quando se trata de funcionalismo público, fica preocupado com o que pode vir por aí. Quem tem mais tempo de Estado sabe que foram décadas de sofrimento para o servidor que não eram respeitados pelos governadores e execrados pelo comércio como um todo. Nos desgovernos Júlio Campos, Carlos Bezerra e Jaime Campos, quando um servidor tinha a infeliz idéia de abrir um crediário era tão bem atendido quanto um leproso nos tempos bíblicos. Não tinha crédito e nem moral. Só começou a melhorar nossa situação a partir de Dante de Oliveira e, principalmente, Blairo Maggi. Hoje, embora ainda haja o que melhorar, nem se compara aos idos de 80 e 90 quando os chefes do Executivo de plantão nos davam o mesmo valor que era dado a uma mesa ou cadeira de uma repartição qualquer, ou seja, nenhum. Assim, sem medo de parecer puxa-saquismo ou coisa parecida, creio que deve ser esse o sentimento dos funcionários em sua maioria. Quem irá estar sentado na cadeira maior? Jaime, que deixou três meses de salários atrasados? Wilson, que deixou Cuiabá parecendo um queijo Suíço e que só não se compara a Nobres quanto a buraqueira? Silval, uma incógnita? Mauro Mendes? Seja lá quem for dificilmente será um Blairo Maggi que trata o servidor como realmente ele é: um ser humano. ALCIR MARTINS ATAÍDES, funcionário público, Cuiabá/MT
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