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Cuiabá MT, Domingo, 14 de Junho de 2026

ARTIGO
Sexta-feira, 30 de Maio de 2008, 20h:16

LEITOR

Dono da TV ameaça processar deputado

“Através desta notícia, podemos nos deparar com duas situações: 1) - Esta história de repórter, comunicador, ingressarem na política não dá muito certo. A população tem que ficar atenta para este tipo de candidato. Eles não têm uma ideologia formada em prol do País, do Estado e do Município. Eles pensam mesmo é na politicagem, pensam nos acertos que permeiam a política, a prova disto é que não se vê falar em projetos, mas sim em partidos, conchavos, acordos, enfim... Eles viram populistas, e depois que entram e conseguem a espada do poder, eles não sabem o que fazer com a arma. E aí vira esta porcaria toda que a gente está vivenciando. Por favor, povo, não entre nesta de que fulano dá casa, fulano dá cesta, fulano dá dez reais. Isso tudo é pra depois que eleito, o eleitor não ter moral para cobrar, pois vendeu e/ou trocou seu voto. Aí ele te manda praquele lugar, viu povo. 2) - Esta história de acabar com estes programas populistas de baixo nível, também faz parte da sujeira. Os tais políticos não comunicadores se vêem acuados e, lógico, usam suas armas influenciadoras e ameaçadoras para equilibrar a disputa e aí dá no que dá, ficamos assistindo a estas baboseiras todas como se fôssemos (o povo) um grande penico. Diz um ditado (e tem a ver muito com a política) de que ‘quem fala muito, não tem tempo de fazer’. Quer um exemplo? O prefeito de Cuiabá. Fala pelos cotovelos, ganhou a eleição no bico, e do que prometeu pouco cumpriu. Ciro Gomes tem uma certa razão quando mencionou a palavra burro! Vamos mudar nossa postura de cidadãos gente! Vamos brigar pelos nossos direitos e, para conseguirmos, vamos mudar tirando esta turma que pensa ser dono de nós e de tudo.” CESAR A. LARA, comerciante, Cuiabá/MT [email protected] *** “O deputado vai sentir falta do palanque da demagogia. Programa de TV para fingir que está preocupado com o que mostra, quando na verdade ele quer mesmo é vender seu peixe de candidato. Mas ele deve ser muito ingênuo, pois o dono da TV é o concorrente e ele ainda queria que o ‘homem’ o deixasse no ar. Aí já é demais.” JOSÉ RIBEIRO DA SILVA, consultor, Cuiabá/MT [email protected] *** “Um já foi tarde (Rabello). Este, também, embora o programa devesse continuar, sem se tornar palanque eleitoral. Falta o presidente da Assembléia com esse programa ridículo e que não acrescenta nada, puro palanque! Esses falsos jornalistas têm que ser extirpados da mídia.” MARCO AURELIO AMORIM DA SILVA, policial, Cuiabá/MT [email protected] *** “A população de Mato Grosso tem o dever moral de se envergonhar diante do regime de exceção em que vivemos. O poder conquistado a qualquer custo nos leva a crer que nosso estado está à margem da justiça. Famílias sustentadas há décadas pelo dinheiro do povo, dinheiro esse que deveria ser usado na saúde, na educação, no saneamento, enfim, para o povo. A atitude desse senhor, Roberto Dorner, é no mínimo, intrigante. Nem imagino quem seja esse senhor, apenas o conheço por nome e ainda por conta desse nome ser mencionado na grade de sua emissora apenas pelo apresentador Maksuês Leite. Se fosse questão empresarial e política não teríamos outras figuras políticas no corpo de apresentadores daquela emissora, como Roberto França, grande figura política e mais ainda, exímio conhecedor do bom jornalismo, ou até mesmo o senhor Lino Rossi, que recentemente sofreu graves acusações de lesão ao dinheiro público. Creio que o senhor Roberto Dorner está iniciando sua vida política já no time errado, já com uma estratégia equivocada, a mesma estratégia que será excluída da aceitação popular pelo povo várzea-grandense nas eleições que se aproximam. O programa Comando Geral não se mantinha longe de se assemelhar a outros programas regionais, mas era a figura do apresentador que lhe dava audiência, a credibilidade de um moço que soube aglutinar o povo em torno de uma idéia de representatividade popular. Assisti, atônito, a transmissão da sessão do dia 14/05/08 da TV Assembléia e só naquele momento fiquei sabendo do motivo do programa Comando Geral não ter ido ao ar. Não fosse apenas à falta de respeito com o apresentador, o Senhor Roberto Dorner desrespeitou todos os telespectadores que aguardavam o início do programa e sequer foram avisados previamente. A cidade de Sinop não pode ter como representante popular um senhor que sequer conquistou um cargo eletivo e já esta mostrando sua fome pelo poder econômico que erroneamente a política conquista. O que se pode constatar é que, no mínimo, houve negociatas, chantagens e ganância. Perdemos todos, nós telespectadores, o profissional Maksuês Leite que foi amordaçado pelos seguidores ideológicos de Adolf Hitler e dos ditadores que se escondem atrás de uma falsa democracia, e quem mais perdeu, sem sombra de dúvidas, foi o senhor Roberto Dorner que se acovardou diante de forças ocultas e que se deixou levar pela parte podre da política, a parte que se rebelou do bem e se tornou mal. Mas não há de ser nada não meu querido Maksuês Leite, você está nos braços do povo que necessita de hombridade na política, nos braços de um povo bom, de um povo acolhedor, que quer ter saúde, educação, saneamento enfim, que quer seu dinheiro investido em benefícios para o povo e não apenas para uma única família, para um único segmento. Tem um trecho de música de Ana Carolina e Tom Zé que diz assim: ‘Nesse país corrupção, ponta pé, bundão, tudo um saco de mau cheiro, do Acre ao Rio de Janeiro. Nesse país de manda-chuvas, senhoras costurando, pelas injustiças vão rezando da Bahia ao Espírito Santo...’ Pessoas como essas que amordaçam um jornalista a fim de retirá-lo do páreo de forma mesquinha, nos traz descrédito à política, mas em contrapartida há pessoas como o deputado Maksuês Leite que nos fazem agarrar à esperança de que a política pode sim ser usada unicamente para o que ela nasceu, o povo. Encerro com um trecho de um texto para reflexão: ‘Dirão: deixa de ser bobo, desde Cabral que no Brasil todo mundo rouba, e eu direi: não admitido, minha esperança é imortal, e eu repito, imortal, sei que não dá pra mudar o começo, mas se a gente quiser vai dar de mudar o final’.” DEUSDEL FERREIRA DE SOUSA FILHO, atendente, Cuiabá/MT [email protected] *** “Olá redação! como é bom ver que as coisas mudam... vejam vocês que são os 1ºs a dar as notícias e sempre de maneira verdadeira, sem pender para os lados, então, nesta de chororó... já senti que vem uma campanha imunda dentro de Várzea Grande, pois pensa bem o Antero Paes de Barros, é marqueteiro de Maksuês, e o próprio já começou o seu programa de ontem dizendo que tem cheque sem fundo de uma pessoa que soltou... e também já fez isso há 10 anos... meu! A população, quer coisas boas, que lhe dêem esperança de mudança, que acabem com seus anseios, agora, vem com este discursos, me desculpe! deputado, mas campanha não se faz deste jeito, uma vez que o senhor está na frente, mostra que não está preparado para entrar no rol de segurança, mostra um desespero. Qualquer que seja o candidato, o senhor teria que se preocupar em manter tais vantagens; mas se preocupa com coisas de seu marqueteiro, que tem problemas com meio mundo político do Estado de Mato grosso, achava melhor,refletir e começar a apoiar coisas que lhe garantam progresso na sua empreitada como candidato, se ocorrer como estão falando nos bastidores que Murilo fará corpo mole para o ex- governador, ex-prefeito, ex-senador Júlio José de Campos, melhor o senhor procurar manter suas bases para 2010, para uma possível reeleição.” ISRAEL NOLASCO, engenheiro sanitarista, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16962




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