As estradas estaduais acabaram. A Saúde está um caos. A Educação, nem se fala. Acorda, povo mato-grossense. Será que está valendo a pena sediar um grupinho da próxima Copa? GERSON CAMILO DE PAULA, advogado, Cuiabá/MT
[email protected] Hidrovias e ferrovias Rodovias e ferrovias, a BR-163 é um exemplo de calamidade pública. Todos sabemos que a produção de grãos do norte de Mato Grosso escoaria por essa estrada em direção aos portos do Norte brasileiro, ganhando com isso todo o percurso do porto de Paranaguá, no Paraná, até a foz rio do Amazonas. Bilhões de reais do orçamento federal vêm sendo desperdiçados em programas de rentabilidade duvidosa, enquanto aquelas obras que clamam por investimentos estão abandonadas. E não adiantam justificativas descabidas, esfarrapadas, que não convencem ninguém. A ferrovia que atende o estado de Mato Grosso é fundamental para o seu desenvolvimento. A implantação do trecho Taquari/Rondonópolis, estratégica, para fazer a ligação com Cuiabá e o Norte do país, está sofrendo do mesmo mal da BR-163. Obras com rentabilidade assegurada estão limitando o progresso do estado de Mato Grosso. Qualquer analista econômico diria: é irracional. Estamos trocando retorno rápido de investimento, com ganho imediato para a sociedade, por aplicações duvidosas, e como dizem especialistas, procurando comprar os votos das próximas eleições. Lembramos o discurso do nosso senador Pedro Taques por ocasião da eleição do presidente do Senado. E a eleição vem aí. É a hora de corrigir os graves desvios e escolher representantes inteligentes e que pensem: o que podemos fazer pelo nosso Estado e não o que podemos tirar do nosso Estado as vantagens que a democracia oferece? Cada povo tem o governo que merece. Logo... ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT
[email protected] Júlio Campos quer deixar a política Há mais de 25 anos Julio Campos estava com todo gás. Vocês se lembram de que ele era deputado federal constituinte e era também o campeão de ausência na Assembleia Nacional Constituinte. Sua atuação era pífia. E hoje, o que você acha? NOE MONTEIRO DE BARROS, vereador, Salto do Céu/MT
[email protected] Quem semeia sonho colhe Carnaval Muito boa qualidade do artigo. Parabéns, por muito interpretar o Carnaval. Há pouco tempo descobri minha habilidade e gosto por adereçamento. Estou maravilhada com o artigo. Parabéns! RITA SUELI COUTINHO, representante comercial, Cuiabá/MT
[email protected] A inviabilização de Cuiabá! Está difícil viver em Cuiabá. Os poderes constituídos agem como se a cidade não fosse habitada por seres humanos. O Estado existe para atender a população. O povo é relegado ao sofrimento, perdas, assaltos, congestionamentos e dificuldades de toda ordem; o deslocamento na cidade exige montagem de rotas e fixação de horários; não é possível tanta indiferença. As chuvas não são responsáveis por nada, os incompetentes são os governantes que não colocam os interesses da comunidade como prioridade. Todos sabemos que as chuvas nesta época do ano são uma dádiva da natureza. Senhor prefeito, venha a publico e exija a liberação das ruas de Cuiabá, passe para o lado da população. Você é o nosso gerente. ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT
[email protected] Brunetto sai do diretório do PT Estou em acordo com a sua postura como parlamentar. Não podemos ficar omissos com o assalto que se faz neste nosso Estado. Permaneça no PT, que tem muita gente boa ao teu lado. eliane curvo, Cuiabá/MT
[email protected] Vereadores consultam TCE sobre verba indenizatória Verba indenizatória, como o próprio nome diz, é para compensação de gastos relacionados com a atividade-fim e não pessoal, realizados e confirmados através de notas. Do jeito que está, é uma palhaçada. Vejamos, no caso dos vereadores: possuem a verba de gabinete, para que serve a verba de gabinete? É justamente para manter o gabinete e suas atividades extras. Por que pagar a verba indenizatória se existe a verba de gabinete? Deveria, sim, existir a verba indenizatória quando os gastos ultrapassassem os valores da verba de gabinete, uma exceção e não a regra, como é hoje. Se forem depositados os valores integrais, cada parlamentar sai correndo atrás de notas para justificar gastos. Se é verba indenizatória, não deveria ser paga em férias e recesso parlamentar, pois não tem o que indenizar. Só mais uma dúvida: se existe verba de gabinete, verba indenizatória, por que a Câmara paga contas de celulares, carros e combustíveis para os vereadores? Não deveriam utilizar das verbas de gabinete e indenização? Qual trabalhador recebe indenização para ir trabalhar? É uma obrigação ou um prêmio quando eles resolvem trabalhar? Eleitores, vamos ficar espertos: um trabalhador ganha salário mínimo para ralar enquanto esses que estão em defesa do interesse popular ganham R$ 42.000 para não fazer nada, nem para apreciar os projetos servem, pois têm uma mensalidade do Executivo só para aprovar os projetos sem ler, como aconteceu com a concessão da Sanecap. O Brasil não é um país democrático porque os parlamentares não votam com a consciência e sim com a direção dos bolsos, quero dizer partido. Seria bem mais barato para o Brasil se fosse monarquia, pelo menos assim não mascaria o poder que o chefe do Executivo possui. Não precisamos de senadores, deputados e vereadores, pois nenhum deles trabalha em prol da população: são direção do partido, acordos, racha de poderes através de loteamento de ministérios, órgãos, secretarias, etc... Isso é uma vergonha. Pagar os caras só para assinar sem ler, sem debater? Não precisamos disso. Vamos dar um basta nessa falta de vergonha! EDSON JÚNIOR, servidor público, Cuiabá/MT
[email protected] Cuiabá em verde e rosa Parabéns, José Antonio Lemos! Enfim, uma opinião equilibrada sobre o assunto Mangueira, em que o bom-senso supera a emoção. Parabéns ao escritor. Que os indignados com o desfile reflitam sobre as bobagens que disseram. ROBERTO LOUREIRO, engenheiro, Cuiabá/MT
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