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ARTIGO
Quinta-feira, 03 de Janeiro de 2013, 21h:07

LEITOR

Deputados de MT criticam perda de mandato de Pedro Henry

Sugiro aos deputados especialmente ao deputado Homero que leiam atentamente a declarações do decano do STF ministro Celso Mello ao destacar que "A insubordinação legislativa ou executiva diante de decisão judicial revela-se comportamento intolerável, inaceitável e incompreensível", o sr. Marcos Maia, mudou seu discurso rapidinho após este pronunciamento. O ministro da Justiça se pronunciou nestes termos "As decisões do Supremo Tribunal Federal, desde que transitadas em julgado, diz a Constituição, valem como lei e deverão ser cumpridas, independente da avaliação que as pessoas possam subjetivamente fazer sobre elas". Falar na mídia é fácil, são os 15 segundos de fama, e presidente do STF tem a prerrogativa de decidir sozinho e, se o fizer, terá a sociedade ao seu lado, que anseia em ver estes e outros criminosos do colarinho branco na cadeia. É vergonhoso ver três representantes corporativos, criticando o STF, que é o tradutor da Constituição. São uns apedeutas”. BENEDITA SILVA, Cuiabá/MT [email protected] Documento elaborado em Conferência fortalece o Ciclo em MT É preciso repensar a prática pedagógica com planejamento coletivo numa discussão democrática e com o suporte necessário para se trabalhar as práticas pedagógicas de modo a obter o êxito proposto pelo modelo Ciclo de Formação Humana. OSWALDO FERREIRA DA SILVA, professor, Cuiabá/MT [email protected] Lei da Fila vale para cartórios Já estava passando da hora de fazer valer esta legislação. Aqui em Várzea Grande, especificamente no Cartório de Segundo Oficio, a cois a era ou ainda é uma coisa de louco, além do espaço ser pequeno, um pessoal sem educação e sem qualificação, todos da mesma família, preparado para tratar mal o cidadão, já cheguei ficar até 2 horas na filha ali somente par a reconhecer uma assinatura minha, senha existem, porém não existem pessoal preparado e nem espaço para tanta gente. Cartório neste nosso país virou uma mina de dinheiro para uns poucos e de péssimos serviços. Vou até testar se lá estará cumprindo a lei, pois mudei de cartório por este motivo um pouco mais longe porém ali era muito mais que testar a paciência de JÓ!!! JOÃO CARLOS DIAS, Servidor Publico, Várzea Grande/MT Natal à vista e nulidades a prazo Gosto de seus textos e gosto de sua pessoa, professor Boaventura. Excetuando o fato de que está sempre batendo no PT (muitas vezes com razão), acredito que o senhor é realmente alguém que merece ser lido. No entanto, o problema num texto como o que o senhor nos brinda dessa vez é que ele é auto-refutador. Tudo bem, eu também acredito que o sistema do lattes, que criou o homo lattes atual, não é a melhor maneira de qualificar, porque a busca é por quantificação. (De fato, há muitas fraudes. Há, inclusive, um candidato a vereador pelo PSB, que se diz historiador do Arquivo Público, quando na verdade não o é). Mas, quando o senhor diz, já no final do texto, que “vamos caminhando e produzindo montanha de coisas insignificantes”, alguém poderia perguntar: mas e esse texto, tem alguma significância? O que eu quero chamar a atenção é que esse caráter de significância ou não das produções é um terreno bastante perigoso de pisar. Sempre vai haver alguém que dirá que a produção de fulano é insignificante, já de sicrano não. Pesquisei o seu lattes (que está desatualizado!) e descobri que o senhor lista 60 artigos em jornais, seria isso também “nulidades a rodo”? E mais, essa tendência, que cheira a Schopenhauer, de descer a liça na Universidade, na vida cômoda de um departamento e, no entanto, não largar o osso é um saco. Ora, se a vida na Academia é tão desinteressante, vá fazer outra coisa. HÉLIO SANTOS, historiador, Cuiabá/MT [email protected] Caso Maiana: empresário vai responder em liberdade É lamentável a impunidade em nosso país...a vida do ser humano perdeu o valor..vamos rezar para que esse caso tenha justiça. RENATO CANDIDO DA COSTA SILVA, vendedor, Cuiabá/MT [email protected] Pasta ‘problema’ em Cuiabá, Saúde ficará com Kamil Fares Mauro já começa seu governo de forma medonha. Primeiro, disponibilizará a secretaria de saúde para um dos ex- presidentes da Unimed. Segundo, colocará o cargo de secretário de obras a disposição de um cara que não faz nada há anos como vereador, esse tal de Chico 2000. E por último, esse Misael Galvão não passa de mais um idiota nessa câmara, pois não representa o povo cuiabano, mas sim, a indústria de camelôs em nossa cidade. Abra o olho Mauro! ROBERT MOREIRA, engenheiro, Cuiabá/MT [email protected] Daltinho: Malheiros é ‘oportunista’ Tão oportunista quanto ao João Malheiros é também o Daltinho, porém não se pode negar que o mesmo tem razão quando fala da decisão do vice-prefeito eleito, aliás não se poderia esperar mais de um cidadão que aprendeu fazer política, nas bancas de carteado, entre uma "caxetinha" ou "bacará", e depois de uma visita ás brigas de galos em "rinhas clandestinas" o "Joãozinho' "maquinava" o ser ou não ser na política, ou seria o "ter ou não ter"?, não sei responder, mas posso afirmar que acredito no povo, e que assim como foi feito com Roberto Nunes, (lembram?), não nos esqueçamos de dar a resposta a essas figuras que envergonham não só a nos , o povo, mas também aos políticos honestos , que embora poucos , existem...ou não existem ??? LEANDRO PINTO DE OLIVEIRA FILHO, autônomo, Cuiabá/MT [email protected] *** Malheiros, você nem veste a camisa do seu partido PR, pouca vergonha hem? E com essas atitudes você cruza os braços com os seus colegas do PR... é isso que o povo está dizendo você quer ver só o seu bolso, não importa com quem te elegeu favor de criar vergonha rapaz e seja o vice. Palhaçada é pra circo!!! JOSÉ ANTONIO, arquiteto, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16962




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