O nobre deputado Aray Desconhecido Fonseca, quer aparecer. Ele devia, sim, se preocupar em aprovar mecanismos para que todas as escolas públicas de Mato Grosso alcancem o índice de excelência das escolas particulares, não vir com essa justificativa indecente de que a decisão prejudica famílias que abrem mão de convênio médico ou de uma casa própria para dar boa educação para os filhos. Esquece o nobre parlamentar que tem muita gente pobre morrendo nos corredores dos hospitais públicos e, quando sai com vida, volta para seus barracos nas periferias marginalizadas e desprovidas de infraestruturas básicas. Isso, sim, é exclusão e desigualdade. Parabéns à UFMT pela decisão. JOSÉ SANTANA DE SOUZA AGUIAR, PM-MT da Reserva Remunerada, Itapura-SP
[email protected] *** Absurda é a posição do deputado Aray. As políticas afirmativas no Brasil e em todo o mundo têm contribuído para reduzir as desigualdades sociais. O Aray, com certeza, teria temas mais interessantes para se contrapor na Justiça e no parlamento. Mas prefere gastar seu precioso tempo numa ação contra a UFMT - que felizmente tomou uma decisão louvável - para agradar gratuitamente à elite que ele representa. Com tal atitude o Aray demonstra que não é um representante do povo. Lamentável, deputado! JOÃO NEGRÃO, Jornalista, Cuiabá/MT
[email protected] *** O sistema de cotas é mais um absurdo do governo. Onde está a lógica de usar a discriminação para combater um suposto racismo? Se o nível dos alunos que passam no vestibular já não é alto, imagine se o critério não for a meritocracia! O que é ruim, pode piorar. LUIZ AUGUSTO VICTORINO ALVES CORRÊA, agente de Investimentos, Cuiabá/MT
[email protected] *** Realmente o deputado tem razão, mas qual a solução que ele está trazendo para quem sequer consegue colocar na mesa o feijão e o arroz de cada dia? Será que ele colocaria seu filho em uma escola pública de nivel fundamental ou médio? Vejo que ao invés de questionar o posicionamento da UFMT o caminho seria melhorar a qualidade do ensino fundamental e médio para que todos tivessem a oportunidade de concorrer de igual para igual. DURVAL RODRIGUES DE LIMA, Cuiabá/MT
[email protected] *** O ensino privado deve estar comemorando, afinal entra em escola privada quem passa e paga as mensalidades e ainda tem as bolsas para financiar os estudos. A UFMT não percebe que está nivelando por baixo, pois o ensino público deste país está falido e Mato Grosso não é exceção. Há uma questão que não ficou clara: por quanto tempo esta política de cotas vai vigorar? E a permanência destes alunos na universidade? O ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, é um exemplo de que cota nem sempre é resgate de dívida histórica. Não precisou de cotas para ser quem é! BENEDITA SILVA, Cuiabá/MT
[email protected] *** Os filhos adolescentes dele devem concordar com ele. Estudam nas melhores escolas que o dinheiro pode comprar, não querem ver suas chances de estudar de graça numa universidade pública diminuírem. Esse é o politico brasileiro, legislando em causa própria. JOAO TERTULIANO, Cuiabá/MT
[email protected] *** Sou de família negra e me recuso a participar desse debate de cotas, pois entendo que o negro e todos os brasileiros independente de sua raça, negra, branca ou amarela, precisa é de ensino publico de qualidade para todos. O negro e o estudante de escola pública não podem passar recibo de que são incompetentes ou burros, o que a população em geral não tem é educação de boa qualidade. Está certo o deputado Aray: além de se criar uma classe inferior, se cria junto um privilégio odioso. MAURINA ARRUDA, funcionaria pública, Cuiabá/MT
[email protected] Dobradinha PSDB-PDT é articulada Dobradinha PSDB-PDT? Mas, bah, tchê! Brizola, coitado, mais uma vez, vai estar se revirando no túmulo diante de tamanho absurdo! O PDT perdeu o rumo de sua história! JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT Treze questões do Enem são anuladas Aos meus 49 anos resolvo participar do Enem pela primeira vez, pois não tinha informações sobre o sistema. Saio para o trabalho às 4h30 e do trabalho direto para a sala do exame. Sono, cansaço e esperança. Sem nenhum cursinho ou aula. Cara, coragem e fé. Atingi um acerto de questões que considerei satisfatório nas minhas condições, e depois da euforia, a decepção! Outra vez! Por causa de um colégio, que usou inescrupulosamente, com a simples finalidade de se promover, aqui estou eu, punido, mais punido que os culpados. Eu sou inocente! punam os culpados, por favor, justiça de verdade senhor [procurador?] ANTONIO SEVENINI, operador de reboque, Juiz de Fora/MG
[email protected] FGV tem pesquisa de produtos culturais Importantíssimo o Minc utilizar pesquisas para avaliar regionalmente os custos para se fazer um projeto cultural. Principamente utilizando instituições sérias e confiáveis como a FGV. Isso mostra que o Minc está a cada dia mais profissional. JOSE LICCIARDI, produtor cultural, São Paulo/SP
[email protected] Ponte vira point para a prática de pêndulo humano Eu sempre fui apaixonada por esportes radicais, mas não havia conhecido ninguém que o praticasse por aqui. Mas pra minha felicidade fiquei sabendo do maravilhoso trabalho do Tiago Baggio e do André Garcia, que é o Pêndulo Humano! Antes era paixão, agora estou amando o esporte. A segurança é 10 (e é o que eles colocam em 1ºlugar) e não abondono nunca mais! Estou praticando há 2 meses e sempre que tem essa atividade eu já lá estou lá, pronta pra pular! Pulei diversas vezes, de várias maneiras e ângulos e nunca me aconteceu nada! É como o André Garcia disse: Alguns ultrapassam o limite de segurança. Acidentes acontecem em qualquer esporte e não somente no Pêndulo! Pêndulo humano, minha paixão eterna. ELLEN PRESTES, estudante, Cuiabá/MT
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