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ARTIGO
Quarta-feira, 09 de Novembro de 2011, 20h:14

LEITOR

Deputado critica sistema de cotas

“O nobre deputado Aray ‘Desconhecido’ Fonseca, quer aparecer. Ele devia, sim, se preocupar em aprovar mecanismos para que todas as escolas públicas de Mato Grosso alcancem o índice de excelência das escolas particulares, não vir com essa justificativa indecente de que ‘a decisão prejudica famílias que abrem mão de convênio médico ou de uma casa própria para dar boa educação para os filhos’. Esquece o nobre parlamentar que tem muita gente pobre morrendo nos corredores dos hospitais públicos e, quando sai com vida, volta para seus barracos nas periferias marginalizadas e desprovidas de infraestruturas básicas. Isso, sim, é exclusão e desigualdade. Parabéns à UFMT pela decisão. JOSÉ SANTANA DE SOUZA AGUIAR, PM-MT da Reserva Remunerada, Itapura-SP [email protected] *** “Absurda é a posição do deputado Aray. As políticas afirmativas no Brasil e em todo o mundo têm contribuído para reduzir as desigualdades sociais. O Aray, com certeza, teria temas mais interessantes para se contrapor na Justiça e no parlamento. Mas prefere gastar seu precioso tempo numa ação contra a UFMT - que felizmente tomou uma decisão louvável - para agradar gratuitamente à elite que ele representa. Com tal atitude o Aray demonstra que não é um representante do povo. Lamentável, deputado! JOÃO NEGRÃO, Jornalista, Cuiabá/MT [email protected] *** “O sistema de cotas é mais um absurdo do governo. Onde está a lógica de usar a discriminação para combater um suposto racismo? Se o nível dos alunos que passam no vestibular já não é alto, imagine se o critério não for a meritocracia! O que é ruim, pode piorar.” LUIZ AUGUSTO VICTORINO ALVES CORRÊA, agente de Investimentos, Cuiabá/MT [email protected] *** “Realmente o deputado tem razão, mas qual a solução que ele está trazendo para quem sequer consegue colocar na mesa o feijão e o arroz de cada dia? Será que ele colocaria seu filho em uma escola pública de nivel fundamental ou médio? Vejo que ao invés de questionar o posicionamento da UFMT o caminho seria melhorar a qualidade do ensino fundamental e médio para que todos tivessem a oportunidade de concorrer de igual para igual.” DURVAL RODRIGUES DE LIMA, Cuiabá/MT [email protected] *** “O ensino privado deve estar comemorando, afinal entra em escola privada quem passa e paga as mensalidades e ainda tem as bolsas para financiar os estudos. A UFMT não percebe que está nivelando por baixo, pois o ensino público deste país está falido e Mato Grosso não é exceção. Há uma questão que não ficou clara: por quanto tempo esta política de cotas vai vigorar? E a permanência destes alunos na universidade? O ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, é um exemplo de que cota nem sempre é resgate de dívida histórica. Não precisou de cotas para ser quem é!” BENEDITA SILVA, Cuiabá/MT [email protected] *** “Os filhos adolescentes dele devem concordar com ele. Estudam nas melhores escolas que o dinheiro pode comprar, não querem ver suas chances de estudar de graça numa universidade pública diminuírem. Esse é o politico brasileiro, legislando em causa própria.” JOAO TERTULIANO, Cuiabá/MT [email protected] *** “Sou de família negra e me recuso a participar desse debate de cotas, pois entendo que o negro e todos os brasileiros independente de sua raça, negra, branca ou amarela, precisa é de ensino publico de qualidade para todos. O negro e o estudante de escola pública não podem passar recibo de que são incompetentes ou burros, o que a população em geral não tem é educação de boa qualidade. Está certo o deputado Aray: além de se criar uma classe inferior, se cria junto um privilégio odioso.” MAURINA ARRUDA, funcionaria pública, Cuiabá/MT [email protected] Dobradinha PSDB-PDT é articulada “Dobradinha PSDB-PDT? Mas, bah, tchê! Brizola, coitado, mais uma vez, vai estar se revirando no túmulo diante de tamanho absurdo! O PDT perdeu o rumo de sua história!” JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT Treze questões do Enem são anuladas “Aos meus 49 anos resolvo participar do Enem pela primeira vez, pois não tinha informações sobre o sistema. Saio para o trabalho às 4h30 e do trabalho direto para a sala do exame. Sono, cansaço e esperança. Sem nenhum cursinho ou aula. Cara, coragem e fé. Atingi um acerto de questões que considerei satisfatório nas minhas condições, e depois da euforia, a decepção! Outra vez! Por causa de um colégio, que usou inescrupulosamente, com a simples finalidade de se promover, aqui estou eu, punido, mais punido que os culpados. Eu sou inocente! punam os culpados, por favor, justiça de verdade senhor [procurador?]” ANTONIO SEVENINI, operador de reboque, Juiz de Fora/MG [email protected] FGV tem pesquisa de produtos culturais “Importantíssimo o Minc utilizar pesquisas para avaliar regionalmente os custos para se fazer um projeto cultural. Principamente utilizando instituições sérias e confiáveis como a FGV. Isso mostra que o Minc está a cada dia mais profissional.” JOSE LICCIARDI, produtor cultural, São Paulo/SP [email protected] Ponte vira “point” para a prática de pêndulo humano “Eu sempre fui apaixonada por esportes radicais, mas não havia conhecido ninguém que o praticasse por aqui. Mas pra minha felicidade fiquei sabendo do maravilhoso trabalho do Tiago Baggio e do André Garcia, que é o Pêndulo Humano! Antes era paixão, agora estou amando o esporte. A segurança é 10 (e é o que eles colocam em 1ºlugar) e não abondono nunca mais! Estou praticando há 2 meses e sempre que tem essa atividade eu já lá estou lá, pronta pra pular! Pulei diversas vezes, de várias maneiras e ângulos e nunca me aconteceu nada! É como o André Garcia disse: ‘Alguns ultrapassam o limite de segurança’. Acidentes acontecem em qualquer esporte e não somente no Pêndulo! Pêndulo humano, minha paixão eterna.” ELLEN PRESTES, estudante, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16963




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