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ARTIGO
Quinta-feira, 06 de Setembro de 2012, 21h:09

LEITOR

Cemat sob intervenção

“Aconteceu antes do previsto. A privatização de Cemat não deu os resultados esperados e parece que foi mal vendida. Desde o inicio foi implantada uma administração odiosa e orquestrada que deu um jeito de se livrar de quase a totalidade dos técnicos e especialistas, preenchendo com outros trazidos de fora com salários bem menores, terceirizando a maioria dos serviços, inclusive de informática por empresa pertencente à esposa do presidente do grupo, e tratando de impedir inclusive o acesso as suas dependências de aposentados com mais de trinta anos de serviços prestados. A ‘nova’ Cemat deu um jeito de destruir a sua memória, algo totalmente inadequado para uma empresa moderna que deveria se orgulhar do seu passado, especialmente daqueles que dedicaram vidas inteiras a seu serviço. Em menos de quinze anos conseguiram levar a empresa a bancarrota numa administração duvidosa, apropriando-se indevidamente inadimplente de recursos não recolhidos de impostos e encargos tarifários pagos na conta pelos consumidores. Pelo menos o interventor nomeado, dr. Jaconias de Aguiar que preparou a Cemat para a privatização é um executivo comprovadamente de alto gabarito no setor elétrico e com certeza conseguirá equacionar todos os problemas para dar tranquilidade à sociedade mato-grossense.” MARCELO MATTOS, Cuiabá/MT [email protected] *** “Telefonia, distribuidora de energia elétrica devendo? Como isso é possível? Não acredito. O fisco tem que cair em cima desse povo.” EDY MARCOS, Cuiabá/MT [email protected] *** “Isso é coisa simples de resolver é só estatizar de novo e jogar a dívida pro povo pagar. Nesse momento não aparece ninguém que sempre defendeu que itens básicos fossem privatizados. Mais uma vez já sabemos onde a bomba vai estourar, e olhe que o preço da energia do Brasil é dos mais caros do mundo desenvolvido.” MARCELO AUGUSTO, Cuiabá/MT Eder Moraes “O Eder Moraes quer se manter na mídia mesmo não ocupando cargo público e nem sendo candidato nestas eleições municipais e a imprensa entrou na dele fomentando sua aparição.” ARLINDO FERREIRA, Cuiabá/MT [email protected] Aumento da criminalidade “Segurança pública. A qualidade da segurança pública no estado de Mato Grosso deixa muito a desejar. Grupos assaltam residências, bancos, veículos, lojas, além dos pequenos bandidos que assaltam pessoas em plena luz do dia. Medidas políticas são necessárias urgentemente; a fuga recente mostra como está o sistema de segurança do nosso estado. Os eleitos devem providências à população; isso é responsabilidade dos governantes. A eleição está chegando, o voto é forma de corrigir essa situação.” ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT [email protected] Riva quer impedir magistrado de julgá-lo “Sinceramente, acho que Mato Grosso tem dono, e ele se chama José Riva! É de longe a pessoa mais processada do Brasil, por diversos motivos, e curiosamente, poderoso como é, processa promotores de justiça, magistrados, militantes do MCCE, e agora acusa/processa um juiz eleitoral. Será que o poder do Estado vai se acovardar diante de tal figura?!” HERMISON LEVI, servidor público, Cuiabá/MT [email protected] Há sinceridade nisso? “Discordo do autor, pois outras cidades tem conseguido romper o contrato com a CAB, por má prestação dos serviços. Porque Cuiabá não pode?” EDNALDO SANTOS, leiturista da Sanecap, Cuiabá/MT [email protected] Valcke: Cuiabá deixará ‘legado tangível’ “A África quebrou depois da Copa do Mundo. Aqui já estamos quebrados, teremos que juntar os cacos. Cadê a infraestrutura que viram, que nós cuiabanos não estamos vendo. Cadê? CARLOS MANOEL, estudante, Cuiabá/MT [email protected] Eder Moraes “Dizem que o ‘L’ que o Éder apareceu em fotos, tentando mostrar o seu apoio a um candidato, lembram mais o escândalo da Land Rover do que ao Lúdio que ele diz apoiar. Está mais para abraço de Tamanduá.” TEODORO DA SILVA JUNIOR, aposentado, Cuiabá/MT [email protected] Famílias crescem sem nenhum planejamento “A decisão de se ter um filho é um ato tão importante na vida familiar que se deveria exigir um alvará autorizando a sua concepção, após é claro, provada a condição econômica dos pais de criá-lo dignamente. Deveria ser tipificado como crime de natureza grave qualquer fecundação, gestação e concepção de filho(s) gerados sem planejamento e autorização prévia. É preciso acabar com esse falso moralismo da criminalização do aborto. A maioria dos segmentos religiosos que são contra a legalização do aborto não possui nas suas organizações qualquer tipo de programa assistencial para famílias carentes ou de amparo à infância e adolescência em risco. É fácil ser contra e ao mesmo tempo não ter qualquer tipo de responsabilidade, deixando o ônus inteiramente nas mãos dos governos, que além de serem incompetentes, na sua maioria são também desonestos com as verbas públicas destinadas aos programas assistenciais.” RONEI DUARTE, Cuiabá/MT [email protected] *** “Não culpo somente esta mãe/avó que tem mais de sete filhos por este fato, a culpa é de todos que não exigimos do poder público programas de prevenção desde a fase escolar dando orientação. Fico imaginando como se faz para criar tanta criança assim, será que a mãe passa valores e princípios, pelo jeito não, são casos como este que devemos refletir e escolher melhor nossos representantes e cobrá-los, temos um poder na mão e não sabemos usar...” JANETE LUCAS, funcionária pública, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16964




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