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Terça-feira, 03 de Março de 2009, 21h:49

Republicanos optam por fazer mais reuniões

SONIA FIORI
Da Reportagem
A executiva regional do PR definiu em reunião realizada anteontem o cronograma de ações para fortalecer as bases partidárias para a construção de um projeto próprio nas eleições gerais do próximo ano. O primeiro encontro estadual está previsto para na quinzena de abril, na Capital, e contará com a presença dos principais líderes do partido, como o governador Blairo Maggi. No encontro, também ficou definido que serão realizadas reuniões semanais, às segundas-feiras, para avaliação do desempenho das 141 comissões provisórias municipais da sigla no Estado. O PR busca respaldo para formação de um arco de alianças que possa sustentar os planos em relação a disputa pelo comando de Mato Grosso. A sigla tenta ainda recuperar sua imagem junto a outros aliados, como o DEM e PMDB, além do PTB, por uma suposta falha em relação aos trâmites políticos. Diante do atual quadro, o presidente estadual da legenda, Moisés Sachetti, se esforça para contornar as celeumas e também para provar que o PR está aberto ao diálogo em relação a 2010. Na tarde de ontem Sachetti também negou os rumores de que poderá deixar a presidência do partido em Mato Grosso. Segundo ele, nada neste sentido foi posto na legenda. “Na reunião do partido realizada em fevereiro o que foi colocado foi uma manifestação de que o governador Blairo Maggi deveria fazer mais política. Mas não existe nada em relação à mudança do comando do partido”, ponderou. Moisés é defensor do lançamento de um candidato próprio para o comando do Palácio Paiaguás nas próximas eleições. De acordo com ele, o partido possui um leque de possibilidades para liderar a disputa. Apesar da posição, prefere não mencionar nomes. Reitera ainda que os pretensos candidatos são responsáveis pela busca de apoio na sigla para colocar os projetos em prática. Para ele, a desistência do diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot (PR), de disputar o governo pelo partido, não deverá afetar os planos partidários. Mesmo com essa posição, o PR deverá abrir espaço para entendimentos com outros partidos – abrindo precedentes para eventual apoio a candidato de outra sigla.

Edição EDIÇÃO 16967




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