O PT de Várzea Grande irá definir o nome do vice no projeto de disputa à prefeitura liderado por Nico Baracat (PMDB) em encontro do partido previsto para o dia 22 de junho. Na futura reunião, a direção da sigla também deverá avaliar os melhores representantes do PT para integrar a chapa de candidatos à Câmara Municipal. O presidente do diretório municipal, Lázaro Donizete, e o ex-secretário municipal de Meio Ambiente, Zito Portella (PT), surgem como opções do partido para caminhar com Baracat no processo sucessório da cidade. Dentro do PT, Lázaro chegou a ser cotado como candidato a prefeito, o que, na prática, não se confirmou. Por sua vez, Zito chegou a defender internamente repetidas vezes o apoio à reeleição de Murilo. Ao final das discussões internas, o PT chegou a declarar indicativo de apoio ao projeto então liderado pelo deputado Maksuês Leite (PP). Com a desistência do parlamentar de pleitear a prefeitura, o PT agora sela entendimento com o PMDB. Segundo Lázaro, o partido define nos próximos dias os critérios para a escolha do representante do PT na chapa coordenada pelo atual vice-prefeito. Já colocamos claro para o Nico que não abriremos mão de indicar a vice na chapa. Nesse encontro, vamos apontar o melhor nome para esse espaço e também vamos analisar a lista de pré-candidatos a vereador, frisa. Ele afirma que o PT do município conta com 33 pré-candidatos ao legislativo municipal. Lázaro destaca que o partido almeja conquistar, no mínimo, três cadeiras. O PT integrava a base de sustentação do prefeito Murilo Domingos (PR). Chegou a ocupar vários postos na estrutura governamental, a exemplo Portella, que comandava a pasta de Meio Ambiente. No entanto, a sigla decidiu deixar a base de apoio depois de lançar inúmeras críticas à atual administração. A principal reclamação diz respeito à falta de abertura do prefeito em relação às propostas apresentadas pelo partido. Por vários vezes fomos ao prefeito para propor sugestões que iriam colaborar com a cidade. Mas não fomos atendidos e é por isso que decidimos optar por outro caminho. Queremos fazer parte de uma gestão democrática, enfatiza Lázaro.