O governador Pedro Taques (PSDB) não descarta a possibilidade de realizar mudanças no seu staff no próximo ano. Para ele, no governo apenas o governador e o vice-governador são insubstituíveis, uma vez que passaram pelo crivo das urnas para assumirem os cargos. Insubstituível neste governo é o governador e o vice-governador. Nós fomos eleitos e os secretários foram escolhidos. Todos os secretários sabem disso. Eu não tenho a pretensão de terminar o meu mandato com todos os secretários que iniciaram, declarou. Durante o primeiro ano de mandato, a mudança no primeiro escalão estadual ocorreu apenas na Secretaria de Saúde com a saída do Marcos Bertúlio. Ele alegou motivos particulares para deixar o cargo. Em sua carta de demissão, o médico disse "sentir orgulho" de ter participado da gestão. Em seu lugar assumiu o médico Eduardo Bermudez. A situação de Bertúlio é usada como exemplo pelo governador. Nenhum secretário é insubstituível, e eles sabem disso. Além disso, tem secretário que tem problemas pessoais e entende que não deve ficar no governo como ocorreu com o Marcos Bertulio, pontua. Para Taques, o importante é não interromper a prestação de serviços à população, independente do secretário. Agora, o importante, o que o cidadão quer é a continuidade do serviço, independente de que secretário estava ocupando as pastas. O ministro mais importante da Dilma era o Levi. Ele saiu e o Brasil não acabou, exemplifica. Com relação às metas impostas aos secretários no início da gestão, o tucano afirma que grande delas foram cumpridas, mas garante que irá cobrar mais dos gestores no próximo ano. (KA)