O corregedor-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Gilson Dipp, não veio a Cuiabá com os técnicos do órgão para o início da correição do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A presença do ministro era aguardada pelos magistrados e pelos servidores do órgão. O juiz-auxiliar do CNJ, Ricardo Martins Chimenti, justificou a ausência do ministro, alegando que Dipp está realizando cerca de três viagens por semana, visitando Tribunais de Justiça nos Estados. No entanto, Chimenti não afastou a possibilidade do ministro vir a Cuiabá durante as investigações. O ministro tem visitado muitos estados e naqueles que sua presença é invocada ele não tem hesitado em visitar. Inclusive, de participar de audiências públicas com servidores e outras entidades ligadas à Justiça, argumentou o juiz- auxiliar do CNJ. Ontem à tarde, o represente do Conselho também se reuniu com servidores do Judiciário que organizaram uma grave. Eles pedem mais mudanças na política salarial e protestam contra a retirada de subsídios determinada pelo atual presidente do TJ, desembargador Mariano Travassos. Na chegada à sede do Tribunal, servidores, em forma de manifesto, protestaram contra as medidas da atual gestão, que classificam como abusivas e lesivas.