A Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) conseguiu mais celeridade no processo de elaboração dos planos municipais de resíduos sólidos. A previsão é que eles sejam executados ainda no primeiro semestre deste ano. Ao menos 11 propostas, entre elas o plano estadual, já haviam sido enviadas e recebido aval positivo da Caixa Econômica Federal para seus financiamentos desde 2013. A secretária estadual de Meio Ambiente (Sema), no entanto, ingressou com um pedido de revisão dos valores, temendo que estes não atendessem ao preço de mercado. Como a medida acabou atrasando o processo, a Pasta retirou a solicitação. Cada consórcio municipal deve receber R$ 600 mil, sendo R$ 540 mil do governo federal e R$ 60 mil do governo do Estado. O titular da Sema, José Lacerda (PMDB), todavia, já antecipou que o Paiaguás pode aumentar a contrapartida, caso necessário. Os recursos devem beneficiar 117 cidades mato-grossenses. O próximo passo é a licitação dos planos, por parte da Sema. Para o presidente da AMM, Valdecir Luiz Colle, o Chiquinho do Posto (PSD), os prazos precisam ser observados com atenção, tendo em vista que 2014 é um ano eleitoral. Seu temor é que as prefeituras percam os recursos, que já foram liberados Ministério do Meio Ambiente. As medidas foram decididas em uma reunião realizada nesta sexta-feira (7) entre o presidente da AMM, o secretário estadual de Meio Ambiente, o coordenador de projetos da superintendência regional da Caixa Econômica Federal, Marcos Cardoso, além de prefeitos e secretários executivos dos Consórcios Intermunicipais de Desenvolvimento Econômico. No encontro também ficou definido que a AMM a Sema agendarão outras reuniões para tratar da situação dos municípios que não foram atendidos desta vez. Chiquinho do Posta se comprometeu em acompanhar e cobrar para que todos os consórcios consigam implantar seus planos municipais dentro do prazo previsto por lei. (Com Assessoria)