O governador Silval Barbosa (PMDB) reforçou o recado para sua equipe de primeiro escalão de que não admitirá aumento dos gastos públicos com contratação servidores. A política instituída pela nova administração prevê a substituição gradativa do quadro de contratados por concursados. De acordo com o secretário chefe da Casa Civil, Éder Moraes, a renovação entre indicados e contratados atingirá cerca de 40% do quadro total. No entanto, ainda não há diagnóstico completo sobre o total de demissões que atingirá o Palácio Paiaguás. Na prática, ocorrerão poucas mudanças em relação ao número de servidores. As alterações se dão em torno de substituições de indicados em cargos comissionados e ainda sobre a efetivação de concursados no lugar de contratados. É o que ocorre na secretaria estadual de Educação. Éder lembrou que aproximadamente 3.200 servidores do setor estão sendo substituídos por aprovados no concurso público realizado pelo Estado com mais de 10 mil postos de trabalho sendo que a maioria se refere às áreas da educação e segurança pública. Se considerarmos a criação de cinco novas secretarias, fizemos isso sem criar novas contratações no quadro. Isso foi permitido com a transformação dos cargos existentes, sem onerar o caixa público. E não haverá inchaço do quadro, assegurou.