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Cuiabá MT, Sexta-feira, 05 de Junho de 2026

POLÍTICA
Quarta-feira, 26 de Março de 2025, 09h:26

SUCESSÃO NO PAIAGUÁS

Mauro reafirma apoio a Pivetta e diz que não impõe nome

Governador garante que nunca falou em nome do partido e que os correligionários estão livres para se apresentarem para a disputa

KAMILA ARRUDA
Da Reportagem
Secom-MT
Segundo o governador, a atual proposta deve aumentar a carga de impostos para os cidadãos

O governador Mauro Mendes (União) afirmou que não vai se opor a nenhum nome do União Brasil que pretenda pleitear a disputa pelo Governo do Estado, nas eleições do próximo ano.

Ele observou, no entanto, que já tomou a sua decisão pessoal e irá apoiar o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), na disputa pela sua sucessão, no Palácio Paiaguás.

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Mauro destacou que, mesmo ocupando o cargo de governador e sendo presidente do União Brasil, tem o direito de tomar suas decisões pessoais e torna-las públicas quando achar necessário.  

Além disso, garantiu que nunca falou em nome do partido e que os correligionários estão livres para se apresentarem para a disputa.

Disse que vai promover as discussões internas com isenção, mas descartou mudar de opinião sobre o apoio a Pivetta.  

“Eu sempre declarei a minha posição pessoal. Mauro Mendes, independentemente de ser governador, independentemente de ser presidente do União Brasil, tem o direito, como todos nós temos, de externalizar as suas opiniões. Eu nunca falei como governador, e nunca falei como presidente ou em nome do União Brasil, falei como Mauro Mendes. Então, se tiver dentro do União Brasil outros candidatos, que se apresentem. Não tem problema, vamos para o debate, e lá na frente será tomada a decisão no partido. Mas, a minha decisão eu já deixei bem clara”, disse.  

DIVERGÊNCIA - O senador Jayme Campos já colocou o seu nome à disposição do partido para a disputa pelo Governo do Estado, em 2026.

Ele vem trabalho nos bastidores o fortalecimento do seu projeto, para ganhar mais musculatura, inclusive, dentro do União Brasil.

Jayme Campos já deixou claro que não aceitará imposições, "nem cabresto", em face de outro nome, mas admite abrir mão para apoiar Pivetta, caso haja um debate amplo e transparente.


Edição EDIÇÃO 16956




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