Pelo duplo assassinato, foram denunciadas mais cinco pessoas - Benedito da Costa Miranda, Hildebrando Passos, o "Huck", Francisnei Pereira, sendo este último, por porte ilegal de arma além do adolescente, autor dos disparos. Passos pegou 26 anos de prisão por homicídio duplamente qualificado e está em liberdade. Foi para o regime semi-aberto em 2007 e pernoita na Casa do Albergado, em Cuiabá. Miranda, o Piré, foi condenado a 30 anos e quatro meses pela participação na execução da empresária e do filho dela. Ele foi sentenciado a 15 anos e dois meses por cada homicídio, que no entendimento dos jurados foram qualificados. Ao contrário do ex-delegado, Piré não conseguiu a progressão para o semi-aberto, apesar de sua condenação de 30 anos idêntica a de Fróes. Ele teria o direito de progredir, pois cumpriu um sexto da pena, conforme a lei. No exame criminológico, no entanto, foi atestado que o criminoso não tem condições favoráveis de reinserção junto à sociedade. (AR)