POLÍCIA
Quarta-feira, 31 de Julho de 2013, 20h:49
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JARDIM IMPERIAL
Irmãos são suspeitos de assassinato
O jovem Andrei Cardoso Fagundes, de 21 anos, foi assassinado com três tiros de pistola 9 milímetros em frente de sua casa na rua Peru no Jardim Imperial, em Várzea Grande. Testemunhas disseram que dois rapazes, identificados como Tico e Teco, que seriam irmãos, chegaram numa motocicleta Honda Bis preta. O que estava na garupa sacou a pistola e atirou três vezes. Baleado no tórax, abdome e no braço, o jovem morreu no local. O assassinato ocorreu anteontem, por volta das 22h30. Na fuga, os suspeitos teriam batido a motocicleta e a abandonaram. Em seguida, teriam roubado outra moto para garantir a fuga. Segundo policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, o crime seria um acerto de contas, uma vez que a vítima teve um desentendimento anterior com os irmãos. As investigações apontam que seria por causa de uma motocicleta que a vítima teria emprestado de um dos irmãos. Um dos suspeitos seria adolescente e teria saído recentemente do Complexo do Pomeri, onde cumpriu atividades socioeducativas. Essas informações precisam ser confirmadas. De qualquer forma, já temos os suspeitos identificados, informou o delegado Antônio Carlos Garcia, de plantão na DHPP. Esse foi o segundo assassinato ocorrido nas últimas horas na Capital. No final da manhã, o corpo de um jovem ainda não identificado assassinado a tiros foi localizado jogado numa estrada de chão próximo do bairro Nova Esperança III, em Cuiabá, na saída para Rondonópolis. O assassinato teria ocorrido durante a madrugada, mas o cadáver foi localizado por volta das 7 horas por pessoas que passavam pelo local para irem trabalhar. Segundo policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime seria um acerto de contas envolvendo entorpecentes, uma vez que ao lado do corpo, foi encontrada uma mariquita cachimbo usado para fumar entorpecentes. O desconhecido é um jovem magro, estatura mediana e que trajava bermudão preto com listras brancas e camiseta preta. Os peritos do Instituto de Identificação estiveram no local e não encontraram documento algum que pudesse identificar a vítima. Para o delegado Antônio Carlos Garcia, o crime, em princípio, seria motivado por tráfico de entorpecentes. Tudo indica que a vítima era usuária. Vamos aguardar a identificação para avançar nas investigações, informou.