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POLÍCIA
Segunda-feira, 09 de Maio de 2011, 20h:47

Casos de Pieroni são marcados por reviravoltas e repercussão

O delegado Márcio Pieroni atuou em casos de grande repercussão, o que fez dele um dos policiais de maior visibilidade nas últimas duas décadas em Mato Grosso. Suas investigações sempre foram marcadas por grandes reviravoltas e acontecimentos midiáticos. No caso da estudante Eiko Uemura, morta em abril de 2009 ao cair do Portão do Inferno, o delegado desconsiderou a investigação de seu colega João Bosco de Barros, de Chapada dos Guimarães, para quem a morte fora decorrência de suicídio. Pieroni insistiu na tese de que o mandante do crime fora o ex-amante da estudante, Sebastião Araújo do Prado, de quem chegou a pedir a prisão, negada pela Justiça. Em junho de 1999, um caso de Pieroni foi parar na mídia nacional. Com equipes de televisão, ele invadiu um terreiro do pai-de-santo José Augusto dos Santos, onde havia rituais de magia negra. A polícia encontrou crânios no local. Pieroni acusou Santos de promover sacrifícios humanos durante os rituais. Apesar da acusação, nada foi provado contra o pai-de-santo. Outro caso de grande repercussão envolveu a tentativa de assassinato do então suplente de vereador Sivaldo Dias Campos (PT), em 10 de outubro de 2000. As investigações levaram ao terceiro suplente Nicássio Barbosa, que seria condenado pelo crime. Nicássio sempre alegou inocência e dizia ter sido vítima de uma trama. Pieroni também atuou nas investigações sobre as mortes do garoto Luan (afogado em um balde), Kaytto Guilherme Pinto (violentado por Edson Delfino), Etair Perotto (da Art e Flores).

Edição EDIÇÃO 16967




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